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terça-feira, 5 de maio de 2015

Claudia


Noite de segunda eu no portao de casa, tomando meu terere numa boa, com a cabeça cheia de ideias e planos, mas nada que fosse tao sexual assim, ate que ela desceu a rua, com aquela calça de ginastica, camisa bem grudadinha, loirinha uma gracinha, ja imaginei coisas boas, mas como chegar nela antes que se perdesse rua abaixo?
Me levantei e fui para a calçada, para chamar a atençao, para minha felicidade ela começou a a atravessar a rua e vir em minha direçao, pensei "obrigado" , sequer abri a boca quando ela se aproximou, quem falou primeiro foi ela, perguntou sobre minha mae, expliquei a ela que nao morava mais ali a uns tres anos que havia se mudado para a chacara que é mais tranquilo para ela, e meu pai la, eu fiquei sozinho em casa, dai perguntou sobre minhas irmas, falei que estavam casadas, morando em lugares diferentes da cidade dai ela disse que adorava brincar no quintal de casa com minha sirmas mais velhas, que o quintal de minha casa para ela era um parque de diversoes. Eu perguntei quem era ela nao estava reconhecendo, dai ela disse sou a Claudia meus pais moram duas quadras abraixo eu brincava com sua irma aqui no quintal e vc ficava nos oportunando, jogando terra pedra em nós as vezes, brincava junto tambem. Enquanto ela falava isso minha mente foi a um passado longiguo em 1988, 1987, ela era uma menina de quatroze para quinze anos na epoca gorda e chata, eu deveria ter uns nove ou dez anos e odiava ela, depois minha irma, foi estudar fora e nunca mais a vi por aqui.
Mas ri desses coisas e perguntei a ela o que estava fazendo, me cotou que se casou tem dois filhos mas esta separada, comprou uma casa na vizinhança e esta treinando na academia e desce a rua todos os dias e fica olhando para casa lembrando da infancia, pediu o numero de minha irma eu dei e ela foi se despedindo, dai pedi o numero dela tambem, ela me passou, eu disse a ela que se quisesse ver o quintal que poderia, pois continuava quase igual, poucas mudanças, ela falou que viria uma outra hora traria os filhos para ver tambem, dai desencantei.
Estava tomando terere e ofereci a ela, ela recusou mas disse que aceitaria agua, fui buscar a barrafa mas nao havia copo entao convidei ela para entrar e ela ACEITOU
Entramos levei ela a cozinha, e abri a porta acendi as luzes do quintal para ela ver o parque de diversao de sua infancia, ela foi indo ao quintal, viu que estava todo murado, que havia uma pisicna, vazia mas havia, coisas que nao haviam quando ela frenquentava ali anos atraz, ela olhando para o quintal e eu olhando aquela bunda, perguntei a ela quanto tempo de ginastica, ela me contou que estava malhando desde os vinte e cinco anos, depois de se casar o marido exigia que ela entrasse em forma, e ela tomou gosto pela malhaçao, e nao parou mais, ela se esqueceu da agua desceu ao quintal e começou a olhar tudo. Dizia que estava diferente mesmo, mas ao mesmo tempo igual, algumas arvores nao existiam mais, no local da casa de bonecas de minha irma hoje ha uma mesa e cadeiras de jardim, e uma churrasqueira ao qual depois que meus pais se mudaram , nunca mais usei, a piscina entao vive cheia de folhas, e sem agua para evitar dengue, as mangas se perdem no chao, as uvas tambem, disse tudo isso a ela, que me perguntou da esposa e filhos expliquei que estava solteiro, e algo no olhar dela mudou.
Me sentei na mesa de jardim e ela ficou de costas para mim, ao alcance de meus braços, sem pensar eu segurei em sua cintura e a puxei para mim, respeirei em seu pescoço provocando aquele arrepio gostoso passei minha lingua por seu pescoço e senti o gosto de perfume com suor ela se virou e nao teve reaçao alguma, eu a segurei mais forte ainda e beije sua boca, puxei sua camiseta para cima encontrei um top segurando os seios fartos, , preferi retirar a camiseta e deixa-la de top, e continuar beijando para deixa-la muito a vontade, e aos poucos ela foi sedendo, e reitou minha camiseta tambem, começou a beijar e morder meus peitos e os gemidinhos eram tudo de bom.
foi descendo e se apoiou em uma cadeira ficando de joelhos e puxou meu shorts ate o joelho e pegou meu pau colocou tudo na boca, e chupava loucamente sugando tudo gulosamente eu nao queria gozar em sua boca, queri gozar dentro dela, mas nao teve jeito gozei em sua boca, ela engoliu tudo, ficou quietinha pegou o copo de agua que estava na mesa que era dela mesma tomou sorriu para mim e me deu um abraço, pegou sua camisa e fez mensão de ir embora mas e nao deixei, segurei em sua mao e a puxei novamente me sentei na cadeira e puxei sua calça para baixo, e a calcinha veio junto, xotinha raspadinha, estava toda meladinha ja pronta para ser penetrada, mas antes retribiu chupando seu grelinho, colquei ela em pé na cadeira ficando de pernas abertas e a xotinha perfeitamente em minha boca, chupei feito criança ate sentir suas pernas tremulas e o gosto de seu gozo, eu continuava de pau duro fiz com que ela fosse descendo e se encaixando em mim e eu nela, deixei que ela tomasse conta da situaçao, ela subia e descia, subia e descia parava para respirar e me beijava subia e descia, perguntou se os vizinhos nao olhavam por cima do muro, e para acalma-la disse que nao, o muro deveria ter uns quatro metros de altura, e continuou agarrou em meu pescoço e se lançou para traz gozou novamente.
A levei ao banheiro para se limpar, acabamos tomando banho juntos e conversando mais sobre a vida, a frase que me marcou foi enfim o menino cresceu.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A caixa do mercado

Sai do trabalho e precisava comprar algumas coisas para minha casa, ja moro sozinho a dois anos e me viro muito bem, assim, sempre compro no mesmo mercado perto de casa, nao sei porque mas la sempre há trocas de caixas, quase toda semana tem uma diferente e sempre muito belas. Havia ficado o dia todo no trabalho estava exausto meus alunos estavam agitados naquele dia, entrei no mercado e fui logo aos laticinios peguei leite, queijo depois algumas frutas e fui ao caixa pagar, como sempre fazem perguntam se queremos o cpf na nota, aquela voz encheu meus ouvidos como um coro de anjos, quando levantei olhar, notei uma garota por volta de seus 24 anos, olhos e cabelos pretos uma pela branca e linda, sem espinhas um baton rosa nos labios com brilho, unhas bem pintadas de azul. Disse que sim e informei o numero a ela, passei minha compras e dei meu cartao de credito a ela que novamente me perguntou se era credito ou debito, informei que era credito ela me perguntou se nao queria recarga de celular, entao eu disse que só carregaria se ela me desse o numero dela, sorrindo ela disse que nao poderia que nao fazia parte do codigo de etica do mercado, e que nem me conhecia, perguntei a que horas ela sairia e que iria pega-la para tomarmos alguma coisa e me apresentar, ela apenas olhou para traz indicando a fila para mim e disse as dez.

As vinte para dez da noite estava na frente do mercado, cheio de vontade, esperei até as dez e meia até que ela saio com mais duas amigas, eu estava dentro do carro, sai e fiquei parado ela passou por mim entao a chamei pelo nome, ela se virou e abriu aquele sorriso lindo novamente, disse que nao acreditava que eu estava ali esperando por ela, e queria saber como eu descobri o nome dela, entao disse que estava no cracha quando passei as compras e gravei. Entramos no meu carro e a levei a um barzinho, ela nao queria ir pois estava com roupa de trabalho "coisa de mulher", mas a levei assim mesmo, em contou um pouco de sua vida, de onde veio mas nao vou encher linguiça com isso, tomamos alguma coisa e logo pedi a conta, entramos no carro novamente e a levei para minha casa, ela ficou maravilhada com a organizaçao disse que ali nao morava um homem sozinho que havia uma mulher naquela casa.

Fomos para meu quarto onde deixei a luz apagada e apenas a luz da televisao iluminava o ambiente, a deixe confortavel na cama, e fui tirando sua roupa, comecei pela blusa, cheia de botoes e laços, deixando seus seios a mostra, como eram lindos, tirei sua calça ficando de sutien e calcinha, começeia beijar seu rosto sua boca, e seu pescoço, ela suspirava eu sentia seu corpo cortoncendo, fui descendo e beijando seus seios, sua barriga cintura emfim cheguei onde queiria, coloquei sua calcinha de lado e passei minha lingua em sua xota umida, ela fechou as pernas prendendo minha cabeça entre elas, nao reclamei pois estava em um otimo lugar e ali queria ficar.

Senti seu gozo em minha lingua mas nao parei, ela me puxou pelo cabelo e levou minha boca até sua boca, me beijou ardentemente, quase nos deixando sem folego, depois disso pediu para eu tirar minha calça e veio com a boca em mau pau duro feito pedra, chupava meus ovos e meu pau com muita habilidade e conhecimento de causa. Segurei o quanto pude o gozo, queria gozar naquela xota semi depilada. peguei uma camisinha e coloquei no meu pau pedi pra ela se sentar de frente para mim, eu com as pernas para fora da cama e ela sentada em mim, e ficamos assim um tempo depois mudamos para papai e mamae, nada de estraordinario, mas com muito tesao, logo senti ela gozando novamente, senti sua xota ficar enxarcada e melada, entao aumentei a velocidade das estocadas, e logo ela gozou novamente, soltando grunhidos gostosos de se ouvir e veio outro em seguida e mais um ela dizia que nao conseguia se segurar que era multiorgasmica, que gozava muito quando estava afim e que eu a deixe exitada apenas com o jeito de olhar para ela. nao sei ao certo mas ela gozou umas sete ou oito vezes até que eu gozasse e ficasse entregue a ela, que tirou minha camisinha e me chupou novamente, mas agora eu nao segureie gozei naquela boca rosa.

Estamos na minha cama nao era meia noite ainda, mas ela precisa ir pra casa, nao havia avisado aos pais que chegaria tarde, entao lhe mostrei onde ficava o banheiro e deixei que fosse sozinha, fui a cozinha peguei uma garrafa de vinho e levei ao banheiro onde ela estava, entao jogava o vinho em seu corpo e chupava e fizemos amor no box.

A levei para casa, agora sempre que posso vou ao mercado e nao importa a fila que esteja sempre passo pelo caixa de minha amiga. Ela sabe que quando passo por la a noite promete.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Nossa ultima vez!

Ja estava a quase dois meses sem me encontrar com Cleuza, os plantoes seguidos dela e minha falta de tempo estava nos afastando, até que um ida desses de manha ela me liga com uma voz doce, havia emfim dormido uma noite toda e queria me ver aquela manha. Eu ja estava em ferias e na hora peguei meu carro e fui ve-la. Ela estava em sua casa mesmo, o porteiro ja estava acostumado com minha presença ali e nem interfonava mais para anunciar minha presença eu apenas acenava e ela abria a cancela. Os vizinhos achavam que eu era o personal de Cleuza portanto nao havia motivo para me esconder, porque muitas vezes eu fazia caminhada com ela dentro do condominio e usavamos a academia eu sempre orientando ela para nao levantar suspeitas, depois de mais de um ano juntos, at´o marido e os filhos sabiam que eu frequentava a casa mas nao sabia que era assiduo a sua cama.

Parei meu carro no lugar de sempre, logo atraz do dela, para nao atrapalhar a outra vaga. Ela estava me pé na cozinha, usando um shortinho de pijama, em seda azul e uma bluzinha de malha, sem sutien, os cabelos soltos, oculos de leitura foleando algo no balcao e uma xicara de café a lado, estava linda e deliciosa. Me perguntou se queria um acompanha-la no cafe, me contou sobreos problemas no hospital com os filhos a falta de interesse sexual do marido que apenas aumenta as vezes havia sexo, uma ou dias vezes por semana, mas nos ultimos meses estava na seca, tanto comigo, quanto com ele. Estavamos conversando como amigos e eu sentindo que o relacionamento com ela estava chegando ao fim e teria que aproveitar aquela mulher linda e gostoso.

No meio de uma frase eu cheguei mais proximo e a beijei, um beijo roubado mesmo mas gostoso e intenso senti os seios dela roçando em mim, sua respiraçao mudando os labios se lubrificando com os meus e suas maos procurando meu sexo, que nesse ponto ja estava ereto, pronto para ela brincar. Assim ele se colocou de joelhos, o colocou na boca, engulia tudinho bem fominha mesmo, da cabeça dele até meu saco alisando minhas bolas com as maos me deixando de pernas moles e a ponto de gozar.

A segurei pelos cabelos fazendo se levantar a sentei em uma banqueta de um jeito que suas costas apoiassem no balcao abri bem suas pernas e entrei dentro dela ali mesmo, meu pai encostava na sua xaninha cabeluda a semanas nao se depilava com certeza. Mesmo assim estava excelente, suas pernas entrelaçadas em minhas costas sua boca mordendo minha orelha que sensaçao gostosa sentia naquela manha. Assim nao foi dificil chegar ao gozo dentro da Dr Cleuza.

Seguimos para seu quarto, a cama ainda desarrumada, o cheiro de seus hidratantes no ar, ela foi até a banheira, ligou e foi para a duxa, eu tirei o que restava de minhas roupas e fui com ela, nos lavamos e fomos diretos para a banheira, onde transamos novamente, agora ela se sentando em cima de mim, subindo e descendo rebolando e gozando ela gozando bem mais que eu. Alguns podem sentir nojo doque descreverei, mas adorava ver os liguidos vaginais de Cleusa se misturando com a agua. Aquela nao era a primeira vez que transavamos na banheira de sua casa. mas sentia que seria a ultima.

Nos enxugamos e fomos para a cama, havia alguns oleos ao lado da cama, peguei alguns para sentir os aromas, ela estava de costas, eu joguei algumas gotas em seu corpo e começei uma massagem sentia o oleo esquentando em minhas maos e logo imaginei como estaria em suas costas, logo me atirei em seu corpo roçando meus peitos em suas costas, beijando seu pescoço,meu pau totalmente duro e ela aos poucos abrindo suas pernas, entao foi inevitavel, fizemos sexo anal de inicio ela relutou mas logo sedeu, abrindo suas pernas e me deixando entrar, rebolava um pouco para ajeitar meu pau dentro dela aquele oleo em nossas peles o cheiro dela na cama, tudo era muito gostoso e prazeroso, quando estava para gozar eu a avisei, ela se virou para mim, e colocou a boca em mau pau enchendo a de porra engolindo tudo cada gota que dele saiu.

Nos recompomos e descemos, fui preparar o almoço enquanto ela tomava um outro banho, preparei apenas saladas, comemos e ficamos papeando a beira da piscina. Mas o tempo era nosso inimigo e o novo plantao se iniciaria em breve, fui para casa e aquela foi a ultimas vez que nos vimos, nos falamos nas madrugadas nos intervalos dos plantoes, mas esta dificil de nos encontrarmos novamente.