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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

De carro novo




Dias desses Cleusa me liga no meio da tarde com aquele estilo mandona, quase me ordenando, que encontrasse com ela as seis e meia perto da faculdade, e seria melhor no estacionamento. Disse que tinha uma surpresa para mim.

Fiquei todo animada com o pseudo presente, o resto da tarde imaginando o que poderia ser.

As seis sai do trabalho e corri para o local, fiquei ali esperando ela nunca foi de se atrasar mas ainda nao estava em nosso horario eu sai do meu carro e fui na cantina comer alguma coisa e ver as jovens universitarias por ali. Quando olhei no meu relogio faltavam menos de cinco minutos para o nosso encontro entao voltei para meu carro, entrei dentro liguei o som e fiquei ali mascando um chiclet e esperando, meu celular toca novamente, era Cleuza me perguntando se eu nao havia a reconhecido, olhei para fora procurando seu carro e nao o encontrei, falei isso a ela ela disse para eu prestar bem atençao e olhar novamente, sai do carro e fiquei olhando para os lados. Foi entao que a janela de uma dos carros ali parados se abriram meio assustado notei que minha medica preferida estava dentro dele. Era um S10 4 portas executiva, para quem dirigia um fox, essa era a surpresa que ela tinha para mim.

Entrei no carro novo ela disse que queria fazer um teste drave, eu ri e perguntei se ja nao havia feito, ela me chamou de bobinho e disse que era outro teste drive.

Fomos para a rodovia e pegamos uma estrada vicinal que nos levaria até Alfredo marcondes uma cidadeziha da regiao onde ja havia trabalhado e conhecia muito bem, sei que é chaia de estradas rurais desertas, entramos em uma delas percorremos uns cinco km entes de estacionar o carro, eu ja estava exitado poruqe dentro do carro mesmo com ela dirigindo ja iamos em uma pegaçao, eu com meu pau pra fora e ela trocando marcha para mim, eu buzinando em seus seios e dando seta em sua xana. Com o carro encostado fomos para a parte traseira, como é grande tem espaço parecido com uma cama de solteiro, eu me sentei de costas para uma das portas com as pernas abertas, ela veio com a boca de encontro ao meu pau e chupava tudinho eu fui tirando sua bluzinha e acariciando suas costas, logo ela ja estava totalmente nua, quando virou de costas e sentou em mim, aquela bucetinha ja sedenta e molhada se encaixou perfeitamente em mim, sentir aquele liguido molhado saindo dela escorrendo em meu pau, as reboladinhas que ela dava me deixavam mais louco ainda, aos poucos cleuza se transformava em uma outra mulher no sexo, aquela mulher que só aceitava papai e mamae ja nao existia mais, estava dando lugar a uma mulher desprendida sexualmente que estava liberando seus desejos sexuais. A coloquei sentada no banco do carro abri bem suas pernas e entrei de frente agora beijando sua boca, acariciando seus seios, cada estocada dentro daquela buceta me deixa com ais vontade de come-la o desejo era enorme e crescente.

Após o orgasmo que veio para os dois ao mesmo tempo, Cleuza me disse que havia ganho o carro de presente do marido que iria vender o carro dela mas na verdade nao seria uma venda seria dado de presente, para alguem especial para ela, e foi assim que ganhei um fox.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Noite de lua cheia, na estrada deserta.




ja fazia algum tempo que nao via a Eliane, a "inspetora" de alunos da escola que eu lecionava, o marido estava de licença no trabalho e nossos encontros na escola era muito perigoso, algum aluno ou um outro professor, poderiam nos ver.

Na terça feira após a pascoa, eu estava em casa vendo tv, meu celular tocou, atendi olhei o numero e fiquei feliz, ela esta me ligando e quando me ligava, ja sabia para o que era.

Nós falamos rapidamente, ela disse que ela viajará novamente e que estava cheia de tesão por mim, queria fazer algo diferente, achei instigante a proposta e marquei de pega-la proximo a sua casa, em uma rua cheia de arvores. No caminho me lembrei que nao estava com grana suficiente para o motel e precisava abastecer o carro tambem, mas deixei iss pra lá, peguei Eliane, ela estava como de costume com uma calça jeans, camiseta colorida e tenis, deixando suas curvas a mostra aquelas curvas que me deixavam bobo de tesao, nao comprendia como um homem em sã consciencia poderia deixar de dar assistencia a uma mulher gostosa como aquela.

Ela entrou no carro, e parti em direçao a uma estrada rural a uns cinco quilometros da casa dela, que nao perguntou par aonde iamos, apenas foi o tempo todo acariciando minhas pernas, pegando em meu penis e dizendo que estava cheia de tesao para mim. Parei o carro encostado em uma cerca, no alto da estrada onde a lua iluminava todo o caminho. Seriamos visto facilmente se algum carro passasse por ali e tambem veriamos de longe algum movimento. Eu ja fui tirando minha camisa assim que parei o carro, e a agarrei começei a bejar aqueles labios vermelhos e macios, enquanto minhas maos procuravam seus seios, e seu sexo. Ela me pedia calma mas eu nao tinha essa calma que ela queria, logo ja havia deivado ela sem roupa sem camisa sem calça, apenas de calcinha, deitei o meu banco deixando meu penis totalmente duro para ela chupar, ela nao fazia isso em todos os nossos encontros sempre me dizia que isso fazia apenas com o marido quando queria algo dele, aos poucos convenci a ela que teria tudo de mim que nao precisa guardar nada para trocar comigo. E assim ela caiu de boca no meu pau duro chupava deliciosamente, com os dentes passando pela cabeça roxa, me fazendo contorcer no banco do carro, o tempo todo eu estava de olhos fechados, hora ela chupava o pau ora minhas bolas, fazendo barulhos com a boca, e eu me deliciando de cada segundo ali com ela. Eu ainda de olhos fechados, senti suas pernas se acomodando em mim, ela dizendo que nao aguentava mais de tesao e veio se sentar em mim, meu pau entrou dentro dela lizinho, sentindo seu bucetinha piscar, me engolindo enquanto ela me beijava, sentada, subindo e descendo, rebolando somente como ela sabe fazer, gritando em meus ouvidos, agarrando meus cabelos feito uma louca desvairada sem pudor algum, pedindo para eu chama-la de vaca, de vagabunda, dizendo que era minha cadela no cio e assim eu a tratei, como uma cadela.

Gozei muito naquela bucetinha deixai ela toda cheia de porra e pedi pra descer do carro, a deixei, com as maos apoiadas no capo do carro e entrei dentro daquele cuzinho sem lubrificante e sem camisinha, ela gritava nao sei se de prazer ou de dor, mas gritava, eu dizia a ela que estava atendendo o seu pedido, de ser minha cadela no cio, que cadela é pega por traz, ela me pedia para parar mas eu incistia em comer aquele cuzinho apertado e gostoso,enfim ela paro de gritar e começou a rebolar, me fazendo gozar novamente em suas costas, ela passava a mao na porra que escorria em sua bunda e espalhava nas pernas e na barriga. Dizendo que eu estava ali todo nela

Depois de espalhar a porra pelo corpo, ela queria mais, pegou meu pau ali em estado de latencia e colocou na boca novamente, chupando gostosamente, de joelhos na estrada, até que me fez gozar novamente, dessa vez em pouco quantidade mas ela engoliu tudo.

Depois dessa gozada, resolvemos voltar pra casa.

Deixei ela na mesma rua e fui para minha casa. No dia seguinte estava na sala dos professores durante o intervalo e ela entrou, uma professora olhou para ela e perguntou. Eliane, oque vc anda fazendo que sua pele esta tao bonita, ela deu olhadinha marota para mim e disse assim, estou usando um creme novo que ganhei de um amigo.