terça-feira, 30 de agosto de 2011

De bico no casamento

Não sou muito chegado a bebida alcoolica, mas nessa noite, eu havia ido em um casamento com amigos, eu nem conhecia os noivos, e nem era convidado, mas um amigo me pediu para leva-lo porque estava sem carro, fomos na cerimonia religiosa e depois na festa, um monte de gente que eu nao conhecia, nao estava me sentindo a vontade, mas meu amigo dizendo pra nao esquentar a cabeça, que nao havia problema.

Estavamos conversando na mesa com outras pessoas quando atraz de mim, passou uma mulher muito bonita, uma loira alta, em um vestido preto cubinho, seios fartos, pernas lindas em cima daquele salto, olhos pretos, e bem maquiada. Não havia como nao olhar, perguntei ao meu amigo se a conhecia, ele disse que sim que era a irma do noivo, ela sabendo de minhas intençoes ja me avisou ela é casada e tem filhos, pode esquecer. e rimos da situaçao.

A noite foi rolando vinho e cerveja na mesa, eu comecei a tomar vinho, uma taça após a outra, ja nao me sentia no estado normal, varias pessoas dançando eu avistei a loira, la na pista, e fui dançar tambem trançando as pernas e com a visao turva, mas ainda raciocinando, tirei um carto de visita da minha carteira e fiquei com ele na mao, esperando a melhor oportunidade para entregar a ela, nao me lembro que musica tocava qual erao ritmo, mas pulava feito um bude correndo de uma cobra. Ela foi saindo da pista indo em direçao ao banheiro entao aproveitei e fui atras, parei ao deu lado e coloquei meu cartao em suas maos, e dei as costas, voltei pra mesa e parei de beber. Contei a meu amigo o que havia feito, ele apenas comentou que, provavelmente ela ja teria jogado o cartao no lixo.

na segunda feira, estava na minha sala na faculdade, na epoca era professor auxiliar em uma faculdade aqui da cidade, meu celular tocou, atendi e ouvi uma voz que ja me dizia _ Voce é louco? coloca um cartao em minha mao assim perto de um monte de gente, ainda bem que escondi na calciha dentro do banheiro, meu marido queria ver oque era, eu falei que nem olhei que havia jogado no lixo e ele queria ir na sua mesa.

Eu ri muito e logo saquei,falei pra ela que agi sobreo efeito do alcool mas que nosso proximo econtro seria de cara limpa, e ela ja foi falando que nao teria proximo encontro, que nao iria me ver que o marido era muito desconfiado sobre ela, que nao teria tempo.

Eu me apresentei disse onde trabalhava e quais meus horarios que ela poderia ir na minha sala quando quisesse, que nao seria vista nem incomodada. Ela disse que nao, que jamais faria isso, e que nao ligaria mais.

Se passaram umas duas semanas, era uma manha de um dia qualquer da semana nao me lembro, havia dado aulas de nataçao para uma turma do quarto ano me lembro de ainda estar molhado quando meu celular tocou, era ela novamente, deixei que falasse, disse que estqava indo ao centro da cidade que poderiamos nos ver se eu quisesse, entao disse a ela que nao poderia me ausentar naquele horario, mas que ela poderia vir na faculdade que nao teria problemas, eu ficaria sozinho das tres as cinco no departamento. estava jogando paciencia no meu PC, o fone toca, era o guarda me avisando que havia uma senhora querendo falar comigo, instrui a ele para ensinar o caminho de minha sala e fiquei esperando ela. entrou na sala, com uma calça jeans colada uma blusa, branca com alguns desenhos aqueles seios fartos, usava oculos escuros entrou na sala desconfiada pedi a que se entasse na minha cadeira, e deixei a porta aberta, ficamos conversando eu falando sobre o impacto que tive ao ve-la, ela falando sobre o medo que sentiu do marido mas disse que me paquerava deste dentro da igreja quando entrei que perguntou para varias colegas do seu irmao quem eu era, mas como estava de bico na festa, ninguem me conhecia, entao ela começou a desfilar na minha frente que passou varias vezes na minha mesa e eu nao havia notado. Eu me levantei, me postei atras dela, e passei as maos no seu, pescoço ela se arrepiou, beijei seu pescoço e coloquei as maos em sua cintura, a pele dela estava arrepiadinha, fui fechar a porta que havia deixado aberta, mas havia uma escotilha de vidro na porta, tivemos que parar por ali e procurar um outro local, logo me veio o vestiario do ginasio na cabeça e foi para la que a levei. Havia apenas o problema do zelador, mas logo pensei em dizer a ele que irmaos usar o laboratorio de avaliaçao fisica.

Deu tudo certo e entramos no laboratorio a sentei na maca, reitirei sua blusa para ver aqueles lindo seios brancos enormes, com aureula amarronzada, bicos grandes, ela tambem reitirou minha blusa e ficamos nos beijando semi nus, eu nao sabia o que fazer com tanto seio nas minhas maos, ora os apertava, ora os lambia ora os mordia ela baixou me shorts e minha cueca, sentiu meu pau em sua mao e começou a punheta-lo, desceu da maca e se colocou de joelhos, engolindo meu pau todinho. Sugava mordia, soltava gemidinhos com a boca cheia, até eu nao aguentar mais de tanto tesao e colocar ela em pé, nao queria gozar em sua boca, queria gozar em outro lugar, com ela em pé, retirei sua calça e a deixei de calcinha apenasa virei de costas para mim, afastei sua calcinha e soquei dentro de sua bucetona que era grande mesmo, toda depilada, esta humida, quentinha, cada estocada uma gemidinha gostosa, logo sento suas pernas tremulas sabia que viria um gozo, parei de entrar e sair, e a virei de frente para mim de pernas abertas, ela entrelaçou as pernas em minha cintura, me beijava e falava bem baixinho que nao iria aguentar mais, iria gozar e seria muito, para eu nao parar de beija-la, loucamente começou a arranhar minhas costas, e enfim gozou, mas nao parou os movimentos, sentia seu melado descendo da vagina mas nao queria parar queria mais, e continuei socando dentro dela, logo torcamos de posiçao, eu me deitei na maca e ela veio por cima rebolando, pulando oferecendo aquela bucetona para mim, entao gozou novamente, e sem seguida eu gozei jogando porra dentro dela.

Estavamos ambos suados ali nao havia chuveiro apenas do outro lado do ginasio nos vestiarios, mas nao seria possivel ir até la, sem pegar as chaves com o zelador, ela achou melhor nao ir, ela se limpou com papel higienico apenas, voltamos para minha sala, e ficamos la conversando, ela me contando sobre o marido, como sempre mais uma mulher mal amada, uma mulher nao um mulherao, uma loira de 1.77m, com muita fartura, linda e sem exageros linda mesmo.

Mas dizia que o marido preferia comer putas que comer ela, mas nao admitia que ela saisse de casa, indiquei algns programas que a faculdade, oferecia a populaçao assim ela poderia sair de casa sem a desconfiança do marido e ficariamos perto algumas vezes na semana. Ela se inscreveu, no coral e na aula de hidroginastica, nso encontravamos duas vezes por semana, após as aulas dela, mas aos poucos irei postando nossas aventuras por aqui.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

sábado, 4 de junho de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mais uma no msn!!

imagina eu te chupando por td o corpo
*descendo devagarinho até chegar nele
*chupando seu pau bem gostoso
*passando a língua por ele
*descendo e subindo
*engolindo essa melequinha gostosa
*descendo pro saco e chupando ele devagarinho
*depois deito e vc me chupa bem gostoso
*enfiando a língua nela
*mordiscando meu clitóris, adoro isso
*e qd estamos os dois doidos de tesão
*vc me penetra e gozamos juntinhos
*muitas vezes
*gemendo
*de tanto prazer
*e deixo vc mamar um pouquinho, pra dormir bem coladinho em mim

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Algem ja viu um desses?





A sogra do meu amigo




Mes de janeiro calor enorme no oeste do estado de São Paulo, um dia desses um amigo me chama pra papear no msn, dizendo que sua sogra que estava morando no canada estava vindo pra sua casa, que seria um saco aguentar a velha, um mes dentrode casa. Queria mandar ela passear por ai, mas como estava trabalhando e sua exposa tambem, nao poderiam sair com ela, e como eu estava de ferias, se ele me apresenta-se ela, eu poderia fazer as honras, logo imaginei a velha uma velha mesmo, esqueci de me dizer mas ela é canadense mesmo mas fui ajudar meu amigo. Sem ver fotos, sem saber nenhuma informaçao da coroa.

Ela chegou em uma quinta feira e na sexta a noite fui na casa de me amigo, fui recebido por sua exposa, a Lane, que é canadense, mas fala portugues fluente,mora aqui a mais de dez anos, entrei e me sentei na sala, ela foi chamar sua mae, que estava no quarto se arrumando, a esposa de meu amigo, nao é assim linda, é uma mulher normal, tem cabelos pretos, olhos pretos, a pele dela ja se adeguou ao clima brasileiro, sua pele ja adquiriu a cor do brasil ja esta incorporada a nossa cultura.

Quando a sua mae, entrou a sala eu fiquei paralizadao, imaginava uma senhora acima dos cinquentas anos, cabelos brancos, gordura acumulada pelo corpo, toda desarrumada, e palida. Mas encontrei uma mulher madura, nao sei dizer a idade porque nao perguntei, mas cabelos loiros bem cortados,olhos claros, nada a ver com os de sua filha, pernas bem tratadas, ela usava um short de lycra, nao havia sinal de celulite nem, varizes, seios firmes por baixo da camiseta. Ela entrou na sala e veio em minha direçao, me estendeu a mao eu me pus em pé, apertei sua mao e a puxei para beijar seu rosto mas ela me surpreendeu com um celinho.

nao demoru muito e meu amigo, tambem chegou, e logo foi servido o jantar, comemos e ficamos tomando vinho na mesa, falando besteiras e relembrando façanhas, feitas em nossa adolescencia ja que moravamos na mesma rua nessa epoca, algumas coisas eram precisas serem ditas em ingles ou frances, ja que a sogra pouco entendia do portugues, e hora a traduçao era necessaria para mim, porque meu ingles é sofrivel e frances eu só conheço o pão, rsrsrsrsrs.

Apos o sairmos da mesa, ficamos na sala Dora, assim irei chamar a sogra, sentou-se do meu lado, fiquei ali, tentando entender seu ingles e ela tentando entender meu enrolones, mas iamos nos comunicando e me monstrando interessado nela, ela tentando me ensinar algumas expressoes e os quatro rindo a toa devido ao vinho, mas logo Dora, disse que iria dormir, que a viagem a consumiu, estava cansada, no sabado haveria um show do Arnaldo Antunes no sesc, perguntei se ela nao gostaria de ir, sua filha traduziu e ela disse que sim, falei entao que passaria para pega-la as tres da tarde o show era as quatro, voltei pra casa, e logo entrei no msn, prucurando por meu amigo.

Assim que ele entrou ja me enviu uma mensagem dizendo que havia conquistado a velha, que ela se empolgou comigo e que confessou a filha que nunca havia ficado com um negro, que no canada isso seria impossivel devido a cultura local.Ainda mais sendo um homem mais novo.

Estava começando muito bem, o problema seria a lingua, no horario combinado passei na casa dele e fomos ao sesc, a filha dela foi junto com a gente e nos divertimos no show, saimos de la passamos em uma conveniencia e compramos mais vinho, eu ja tinha um compromisso para a noite de sabado e nao poderia ficar com eles mas tomei uns goles de vinho e fiquei na sala com Dora, tentando contar algumas historias para ela, enquanto ela ria, nao sei se estava muito engraçado,ou se o vinho fazia efeito nela, mas ao sair ela me levou até a porta, enquanto sua filha tomava banho, ela veio me dar um celinho e eu aproveitei e a beijei com vontade, apertando seu corpo contra o meu, apertei sua bunda, e deslizei sua mao pro meu pau duro, ela deu um aperto bem gostoso nele e me beijou mais forte, puxei ela para o lado saimos da porta e enfiei minha mao em sua xota, nossa como havia cabelo ali a mulher parecia nunca ter se depilado na virilha, coloquei meu dedo para sentir se grelo durinho, escutamos um barulho na sala e nos largamos, era o filha dela vindo se despedir, começamos a dar gargalhada e ela perguntou o que era, Dora falou alguma coisa em ingles e provocou o riso da filha confesso que boiei nessa!

No domingo nao pude ir ve-la devido a compromissos, apenas liguei no final da tarde e falei algumas palavras e ouvi dela a palavra saudades me arrepiei.

De madrugada no msn, meu amigo disse que a cada dez palavras, sete se reveria a mim, a mulher estava doida pra ficar comigo, eu contei a ele o que haviamos feito na porta de sua sala, ele me chamou de sacana, para ir devagar com e veia, ela estava sem sexo a muito tempo pra ir com calma com ela. Na segunda, Dina, a esposa de meu amigo me ligou na hora do almoço, perguntou se nao queria levar a mae dela para dar umas voltas a tarde, ela teria que ir trabalhar e nao queria deixar a mae sozinha em casa, Dina é fisioterapeuta em um grande hospital, na hora eu aceitei e fui buscar Dora, falei pra Dina que levaria sua mae para a cidade das crianças, mas quando chegamos la estava fechado para manutençao, era segunda feira, voltamos entao e me lembrei de um cemiterio japoneis em uma cidade vizinha, o que havia somentes japoneses enterrados fora do japao achei interessante mostrar isso a ela, e a levei até la.

O portao estava fechado mas pulamos, era engraçado ver, Dora usando um chapelão enorme, suando e toda vermelha com muito protetor solar pelo corpo, entramos no semiterio, e a levei em todo o canto, mostrei tudo e fui tentando, contar um pouco da historia do local, paramos atraz do um barracao sentamos e ficamos ali olhando para o horizonte, ela, se encostou em mim, eu tirei seu chapeu da cabeça e desabotuei sua camisa, deixando seus seios a mostra, retirei minha camisa ela passava as maos em meu peito, eu enfiei minhas maos em sua bermuda e fui tirando, ja pude perceber que nao estava cabeluda como outro dia, ela falava algumas palavras em frances eu nao entendia nada, mas o tom de sua voz era, sedutor em portugues ela me pediu pra ir devagar, e assim eu fiz, a deixei nua, e fiquei sentado na muretinha, a coloquei sentada em meu colo, com seus seios no meu rosto, sentia meu pau, entrando naquela buceta canadense, sendo espremido e babado por ela, que delicia, ela dizia em meu ouvido que eu mexia muito bem, mas quem estava mexendo era ela, e nao eu, estava apenas sentado sentido- a em mim, quando o orgasmo chegou para ela, a mulher entrou em transe, nao posso descrever a cena porque nao ha como fazer isso, eram hurros gemidos, as maos soltas pelo ar, e me sentia um peao de rodeio tentando segurar um touro a unha. Mas depois de gozar ela parecia uma boneca de pano, ficou paradinha em meus braços, saiu de cima de mim e ficou de joelhos pegou meu pau com uma das maos e levou a boca, chupava que se babava, soltava saliva em cima e sugava novamente,até que eu gozei dentro de sua boca.

O sol ja se despedia de mais um dia, pegamos nossa roupa e fomos, para o carro, estavamos com varios carrapixos grudados em nossas roupas, pensei em parar em casa, para nos limparmos, mas nao o fiz, chegamos na casa do meu amigo e entrei junto com ela, ela nao havia chego ainda e nem a Dina, entramos fiz um pouco de sala para ela, e nao deu outra, transamos na sala novamente, dessa vez eu a peguei, de pernas abertas, entrei dentro de sua buça, ainda melada de porra mas comi e gozei profundamente, coloquei minhas roupas, e Dora foi pro banho, saio do banho de toalha, e veio na sala, abriu a toalha e me ofereceu aquela buça canadense novamente, mas dessa vez eu cai de boca,chupei até que la gozasse em minha boca,ela foi se trocar e ficamos na area da frente, esperando por sua filha, mas quem chegou primeiro foi o seu genro, eu estava doido, para contar a ele o que haviamos feito, mas ela nao saia de perto, ficou o tempo todo, a meu lado me encarando, de um jeito diferente. Minutos mais tarde Dina chegou tambem, e novamente os quatro ali fora, eu todo sujo de carrapixo, contei a eles onde fomos mas nao o que fizemos, fui me levantando, e aio sair dei uma piscadinha para meu amigo ele me entendeu. cheguei em casa e contei tudo a ele, e ouvi dele que a filha tambem é assim como a mae.

na tarde de terça, voltei a casa dela mas nao saimos, ficamos em casa, o tempo todo, mas gozando muito, ficamos sozinhos novamente, a tarde toda foi puro sexo.

Agora Dora, voltou para Canada, e nao sei se nos veremos novamente.