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terça-feira, 12 de abril de 2022

Silvia II


JA falei da Silvia por aqui a um tempo atras, ele foi minha aluna em uma academia, mantivemos uma relaçao por algum tempo e por conto da força do destino acabamos nos afastando, perdemos o contato por anos, ate na ultima quinta feira, quando fui ao mercado.

Após realizar minhas compras, me dirigi ao caixa e no caixa ao lado passando as compras estava ela, mas nao a reconheci devido a mascara e tambem por estar diferente, digamos muito mais gostosa que ha dez ou doze anos atras. e daquelas mulheres em que a idade so fez bem. Foi ela quem tomou a atitude de sorrir e me cumpimentar primeiro e mesmo assim eu fiquei sem saber quem era. Mas assim que a reconheci, começamos a conversar e a sorrir. Saimos ate o estacionamento como nossas sacolas e logico que a elogiei, ela disse que nao havia parado de treinar e que neste periodo fez faculdade de nutriçao e hoje e nutricionista, trabalha em uma clinica na cidade e tambem atende em sua casa particularmente, continua casada, mas nada mudou no casamento, e que em breve ira separar, disse a ela que ainda olhava algumas fotos de nossos encontros que as tenho guardada a sete chaves, ela disse que tambem olha as que ela possue com grande alegria e eramos loucos para fazer as coisas como faziamos, no banheiro da academia, no carro no estacionamento da faculdade, nao pensavamos nas conseguencias caso fossemos pegos.


Local escolhido e hora marcada, cheguei ela ja estava me esperando, era uma rua proximo a um dos shopping da cidade, parei meu carro logo atras do carro dela que desceu e ficou me esperando, desci do carro e fui ao seu encontro entao ela me convidou para entrar, fiquei meio assustado, pois nao sabia onde iriamos, meus planos eramos ir ao um motel, mas entramos em uma casa, toda mobiliada, mas sem fotos entao nao pude identificar possiveis moradores, ela me levou direto ao quarto e ja foi me agarrando, tirando minha roupa, estava com fome de sexo, me beijava e puxava minhas roupas, e eu querendo observar aquela corpo gostoso, mas nao havia tempo, ela nao me deixava, fomos deitando na cama, ela por cima de mim, eu apenas de cueca, ela de calças jeans e sem a blusa sem o sutien, me disse apenas para nao me preocupar e relaxar, quando me dei conta ela ja estava me chupando me engolindo e logico que eu estava gostando de tudo, com ela e pety, levinha, apesar de ter um corpo escultural tem no maximo 1, 55m de altura e peso compativel eu a segurei e virei seu corpo de uma maneira em que pudesse retribuir o que ela me fazia, consegui retirar seus jeans e sua calcinha, e começaos um 69 delicioso, ao mesmo tempo em que chupava sua buceta, tambem chupava seu cuzinho, deixando ela bem molhada, percebia se que estava muito exitada pois a respiraçao era muito intensa e o abdomem se contraia, em seguida comecei a enfiar um dedo em seu cu, depois outro dedo e mais um dedo e ela adorando a tudo.
Mas encurtando a historia, trocamos telefones, e ja começamos a enviar mensagens de zap um para outro minutos depois. Como eu estava de viagem marcada no fim de semana na sexta de manha iria para outra cidade resolver uns asuntos pessoais e so voltaria na segunda, queria ve la na quinta a noite, ma para ela seria complicado, pois estava com atendimentos na clinica e depois havia um compromisso familiar tambem, so podeia ser entre as 14 e as 16 horas, mas justamente neste horario quem estaria ocupado seria eu, devido a pandemia as aulas estao sendo por aplicativo e na quinta feira fico com os alunos a tarde toda. mas daria um jeito. Assim que cheguei em casa, gravei um video com orientaçoes e repassei aos alunos e disse que se precisassem de auxilio para me chamarem, que responderia posteriormente. e Combinei de ir me encontrar com Silvia.

Mais uma vez a atitude foi dela e me deixei me levar, ela se virou e comecou a sentar em mim, segurando olhava em meus olhos e dizia eu sei que é assim que voce gosta,e eu tambem adoro, quero sentir voce bem fundo, quero bem fundo dentro de mim. E rebolava gostoso, fazia gostoso eu nao queria gozar mas estava ficando incontrolavel, trocavamos beijos e chupadas com gosto e cheiro de sexo. Mudamos de posiçao a coloquei de quatro e continuava a socar dentro de sua buceta, eu ja sentia minhas pernas bambearem, e resolvi entrar em seu cu, a principio ela nao queria mas acabou cedendo, e nao foi necessario muito esforço, fui com calma e usando a experiencia deixei que ela controlasse a ação, e fui entrando aos poucos, naquele cuzinho apertadissimo, e ela gemia horrores, fiquei ate com medo de alguem na rua ou vizinhos ouvirem e pensarem que estava acontecendo um crime por ali.

EU gozei e ela pedu para nao parar, pois queria ter um orgasmo, e assim continuei satisfazendo sua vontade e quando ela gozou quem estava para gozar novamente era eu, naquele cuzinho delicia. ela pegu uma toalha e se limpou, olhou as horas e disse que ainda havia tempo, foi ao banheiro e votou nua sem toalha, eume levantei da cama, a peguei no colo e a encostei na parede, a expremi na parede levantando suas pernas e entrei dentro dela novamente, com tenho 1,81m foi como segurar uma boneca e entrei dentro de sua buceta novamente, socando bem forte, ouvia se os estalos de suas costas contra a parede, e mais gemidos, como ja estavamos sensiveis nao demorou muito e ela gozou novamente, e eu logo em seguida, e dessa vez fomos os dois ao banho. Ali sim, conversamos um pouco, perguntei de quem era a casa, ela disse que é uma republica de umas alunas da faculdade de nutricão, que estageiam na clinica que ela trabalha e uma delas e secretaria na clinica as outras estao fora da cidade, voltaram pra casa, e que a secretaria ja havia emprestado a casa para ela outras vezes, sempre trocam esses favores, entao descobri que Silvia havia mudado muito, a mulher que so havia conhecido o marido e depois a mim, hoje estava com quilometros de experiencias, e me contou ate alguns casos na faculdade e com alguns medicos da clinica onde trabalha, ja que seu marido apenas gosta de cerveja e dormir ela gosta de outras coisas.

Após o banho ela foi a geladeira e preparou um lanche para nos dois, ela possuia apenas meia hora para chegar a clinica nao poderiamos demorar mais, entao combinamos de irmos nos falando pelo zap e marcar outros encontros.


 

domingo, 11 de outubro de 2020

Silvia

 Deixo meu e-mail, para futuros contatos sempre ao fim dos contos, sempre recebo um feedback, bem legal, mas algo aconteceu nas últimas semanas que foi bem legal.

Estava na academia treinando e havia uma mulher dividindo o aparelho comigo,mas sequer conversávamos, meu telefone tocou e como estava de fones, atendi a chamada e conversava com um amigo combinando, nosso jogo semanal de vôlei, iríamos jogar em uma chácara, vôlei de areia e depois haveria um churrasco, notei que ela começou a me olhar diferente. Irei descreve la.

Branca, 35 anos, aproximadamente 1,60m, olhos pretos, cabelos castanhos escuros e longos abaixo dos ombros e uma bunda empinadinha com um par de seios lindos, ela usava um simples, colorido e um top amarelo. Logo depois que terminei a ligação, ela me perguntou se eu era professor de ed física, respondi que sim, depois perguntou se eu jogava volei toda semana no clube x, respondi positivamente, e disse que estava indo pouco nos últimos meses, devido na uma lesão no joelho, para minha surpresa ela perguntou se eu escrevia contos eróticos, me arrepiei, titubeia, mas acabei dizendo que sim, que o Kaká, seria eu mesmo. Ela me disse que leu todos meus contos, que até e-mail me enviou mas ficou com medo após minha resposta, o marido e militar, e começou a velha história, marido que trata mal, não dá atenção devida, não elogia , não presenteia e sexo e automático com dia e hora marcada.

Confesso que já ouvi muito disso, de várias mulheres ao quais fiquei e muitas outras que me enviam e mails. Mas voltando ao que interessa, naquele dia não era possível a ela fazer nada, pois era folga do marido e precisaria voltar rápido para casa. E nos dias seguintes, como disse teria um jogo de vôlei e na sexta um compromisso familiar. Passou o fim de semana, na segunda chegando na academia ela ja estava la, fiz meu aquecimento e fiquei perto dela, conversamos e decidimos nos ver na quinta feira, nao iriamos a academia mas para um outro local, combinamos o local de encontro que seria em uma pracinha proximo academia, e de la a levei a minha casa. Ao chegarmos ela disse que deste que comecou a ler meus contos desejava conhecer minha casa, que imaginou mil casas e mil homens que poderiam ser eu, conversamos um pouco na sala, ela estava com roupas de academia, a mesma calça colorida e um top cinza, rabo de cavalo, um leve batom nos lábios e muito cheirosa. A segurei pelas mãos Eva levei ate o quarto me sentei na borda da cama, mesmo sentado fiquei com a boca a altura de seus seios, aproveitei para tirar seu top e beijar sua boca, ela soltava gemidinhos sua respiração mudava, parecia estar assustada, mas gostando, seus mamilos começaram a ficar durinhos, e arrepiados e com isso meu tesão aumentando.

Enquanto a beijava, minhas mãos baixa am sua calça, deixando ela apenas de calcinha, e por cima da calcinha eu acariciava sua xotinha carequinha e sentia meus dedos melarem. Ela me empurrou de costas na cama, puxou meus xortes, tirou minha cueca e começou a me xupar, que delícia de boca em meu pau negro, por ter lido meus contos ela me chupava do jeito que gosto, as vezes me olhava e dizia, e assim que vc gosta, eu sei que é assim. E la chupava, mamava soltava saliva em cima e chupava novamente. Fez até um pedido inusitado, pediu para fotografar e gravar ela me chutando com o seu celular. Atendi o seu desejo e gravei ela me chupando até gozar. Posso chama la de gulosa, pois engoliu tudo não deixou cair uma gota de porra.

Quando terminou me pediu para continuar deitado e veio se sentar em mim, foi descendo devagarinho subindo e descendo me envolvendo dentro dela,me mantive parado como ela pediu, enquanto ela literalmente quicava em mim, feito uma bola de basquete, e gemia alto e gostoso me dando muito mais tesão, me deixando com uma vontade imensa de gozar, mas quem gostou foi ela, que em seguida me pediu para penetrar de quatro, mudamos a posição e entrei na sua buça novamente, que estava enxarcada e quente, escorria líquido vaginal até por minhas coxas,e isso me deixava com um tesão imenso, ver aquela buça aberta e cheia de fluidos ali só pra mim e ouvi dos aqueles gemidinhos gostosos.

Em determinado momento ela gritou que iria gozar, eu parei de socar e comecei a chupar até que ela gostou na minha língua. Era tanto liguido que lambuzei seu vizinho que estava ali aberto para mim e fui entrando de mansinho aos poucos sem causar dor, e os gemidos continuaram, senti que suas pernas tremiam não sei se de cansaço ou prazer, mas tremiam, quando senti que ela já estava a vontade com meu pau dentro de seu cu, eu comecei a me ter com mais força e mais velocidade, e assim Hori de novo. Voltei a chupar a sua bucetinha fazendo ela gozar novamente. E ficamos os dois jogados na cama.

Não pudemos demorar muito, pois ela havia deixado a filha com a sogra, para ir a academia, como faz todos os dias que o marido não está em casa. A levei para a pracinha, sem banho mesmo já que estava malhando e precisava chegar suada em casa. No dia seguinte trocamos apenas olhares na academia, pois combinamos assim, e tentaremos ficar juntos ao menos uma vez por semana.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Banho na academia

Eu ja estava de aviso previo na academia, e indo trabalhar em uma escola publica da cidade, me despedindo dos meus alunos, iria continuar atendendo alguns como personal, mas com dia e hora marcado. Havia uma mulher que nao era minha aluna mas frequentava a academia nos horarios em que eu estava por la, e por esse motivo acabamos ficando colegas, ela se chamava Jaqueline, por volta de 1.73m, por volta dos 35 separada do marido e com dois filhos, um casal gemoes, trabalhava na secretaria de uma escola, e pelo fato de eu estar trocando a academia por uma escola, sempre mantinha contato com ela.
Ela sempre tomava banho na academia para depois ir a faculdade, cursava administraçao de empresa, e ao sair do trabalho malhava e depois seguia para a facul, me lembro que naquele dia, estava um clima estranho na cidade, chovia o dia todo, com fortes ventos, a energia acabava a todo momento, o som da academia estava desligado e as aulas de danças e ginasticas foram, canceladas, apenas a parte de musculaçao e lutas funcionando mas com poucos alunos. Jaqueline chegou aquele dia, com o cabelo molhado, oculos embassados pela chuva e a mochila nas costas, na area de musculaçao estavam apenas eu e mais dois alunos conversando, eles ja haviam terminado seus treinos, ela se aproximou entrou na conversa nao demorou para os outros alunos se despedirem e ficamos a sós da academia, a secretaria tambem estava de saida, e Jaque foi treinar, fiquei apenas observando de longe. Pernas bem torneadas que as calças jeans escondiam, braços firmes e barriga chapadinha, uma mulher com dois filhos dando um show de corpo em muita menina novinha por ai. Os exercicios de gluteo eram os melhores, ela sempre ficava com a bunda para cima da mesa flexora ou no adutor de pernas, eu sempre procurava me colocar em uma posiçao para ve-la.
Fui dizer a ela que aqueles seriam meus ultimos dias, que em duas semanas nao a veria mais, ela sugeriu uma despedida na base da brincaderia, entao perguntei se ela estava a fim de cabular aulas naquele dia, a resposta foi negativa, porque logo se iniciaria a semana de provas, mas no fim de semana poderiamos pensar em algo. Vi que dali nao sairia nada, voltei para me posto de observador e fiquei na boa, arrumando as anilhas e barras nos lugares as vezes dando uma olhadinha pelo espelho enquanto Jaque treinava. Ao terminar o treino ela se dirigiu ao banheiro para seu banho diaria, eu ja havia baixado as portas da academia para ir para casa tambem, e fui ao vestiario maculino mas escutei o barulho do chuveiro no banheiro feminino e pensei, porque nao?
Tirei minha camiseta e meu shorts, ficando apenas se cueca e entrei no banheiro, arriscando perder o emprego e ser preso por tentativa de estrupro, a visao que tive foi linda, jaque estava de costas com o corpo molhado apenas o cabelo que nao, aquele bumbum empinadinho com agua escorrendo em seu reguinho, me aproximei Jaque se virou e apenas sorriu para mim, meu pau ja duro pulando fora da cueca que logo foi ao chao tambem, entrei no banho com ela que nada falou, , minhas maos passeavam por seu corpo, em seus seios, sentindo sua xota, ela me recebeu com beijos e chupadas no peito, seus seios encostados em meu corpo com aqueles bicos duros e firmes, segurei em uma de suas pernas e levantei, fui procurando deixar meu pau em posiçao para entrar em sua xota mas estava dificil entao me sentei no chao e deixei que ela se acomodasse em mim, ela sentou-se em meu pau, começou com o movimento de entra e sai segurando em meus ombros subindo e descendo, se esfregando beijando minha boca.
A coloquei de quatro com a agua caindo em suas costas e penetrei sua xota por traz, queria comer sua cuzinho mas ela nao deixou, sempre se desvencilhava, assim ela gozou. Ficou com o corpo mole em minhas maos, aumentei o ritmo das estocadas para gozar tambem, e nao demorei muito enchi sua xota de porra quentinha. Ainda ganhei uma gulosa, aquela mulher era tarada por porra me fez gozar em sua boca e engoliu tudo.
Terminamos o banho e colocamos nossas roupas, terminei de fechar as janelas e apagar as luzes da academia e fomos embora, nos dias que se seguiram, saimos mais quatro ou cinco vezes, mas sempre indo a motel, pois na academia nao ficamos mais sozinhos. A unica coisa que faziamos eramos nos pegarmos no estacionamento dentro de meu carro onde ela as vezes fazia uma chupeta muito gostosa.

garoto de programa

Meu telefone toca, olho o numero e nao reconheço, atendo e ouço uma voz feminina, um tanto triste me pergunta se sou o prof, eu respondo que sim, afinal poderia ser mais uma aluna. Me pergunta se posso falar eu digo que sim, que estava em um horario livre, ela disse que uma amiga em comum havia falado em mim, e que ela se sentiu interessada, eu logo pensei que fosse em meus serviçoes profissionais de personal, perguntei a idade, peso altura e outras informaçoes referente para ja ir fazendo uma anaminesia, ela me disse que nao era bem isso que estava interessada, que nossa amiga em comum, havia lhe falado de outros serviços que eu prestava, eu sem saber de quem se tratava fui desconversando, afinal poderia ser alguem fazendo uma brincadeira ou entao alguma fofoqueira querendo encriminar alguma colega intima minha, disse a ela que nao sabia do que falava e que meus serviços eram relacionados a saude apenas e nada mais. Ela entao foi direto ao assunto, disse que conhecia a fulana, e que eram amigas muito intimas que sabia das puladas de cerca dela comigo e que havia pego meu celular com a amiga, que a incentivou a ligar, entao liguei os pontinhos e realmente nossa amiga em comum, havia me falado dela algumas vezes e sempre a descreveu como escrava do marido e dos filhos, havia de tudo dentro de sua casa menos carinho era vista como um pedaço de carne pelo marido dava umazinha quando queria e virava-se pro lado para dormir. Até sugeri que ela trouxesse a amiga para fazermos uma festa a tres, mas ela disse que nao pois nao sentiria-se bem ao fazer isso e que me queria somente para ela.
Falei para a moça do telefone para nos encontrarmos naquele dia mesmo, que após as 17 estaria livre que ela poderia escolher o local onde poderiamos nos encontrar, ela sugeriu uma padaria onde vende otimos confeites de morango, relativamente proximo de onde eu estava, cheguei la rapido e no horario, combinado, detesto atrasos, ela ja estava sentada em uma mesa no terraço, vestida como combinado, era uma linda mulher, madura confesso que nao sei sua idade, mas cabelos pintados de ruivos, olhos castanhos claros, rostinho pequeno e olhar tirste, baton vermelho, em labios finos, cabelo chanel, seios firmes uma blusinha branca com botoes, e calça jeans, gostei a primeira vista, tipo mingon me sentei e começamos a nos apresentar, ela ainda com um certo receio um pouco travada, me contou de sua vida, o marido dono de uma loja de materias de construçao na cidade, lhe dava de tudo menos amor e carinho, e havia a suspeita de uma amante, ela era professora mas deixou a carreria para ficar com os filhos e marido, sempre dentro de casa apenas saia para ir a igreja , ja que nao havia outra alternativa, enquanto me contava de sua vida, lagrimas escorriam de seus olhos. Disse que sempre que fulana contava a ela sobre nossos encontros ela se arrepiava e se molhava toda, que mesmo sem me conhecer sentia um enorme desejo por mim, ao contar isso para fulana ela disse que me emprestaria, mas que tudo dependeria de mim, que estava disposta a pagar o quanto que eu pedisse a ela, uma situaçao estranha, pois nunca recebi e tambem nunca paguei por sexo, sempre fiz porque gosto muito e quem nao gosta?
Ela havia pedido uma torta de morango e estava degustando me ofereceu mas naquele momento eu nao estava com fome apenas com sede, e pedi uma agua, enquanto ela comia a torta eu já a comia com os olhos e ela entendo isso estava ficando envergonhada, ao mesmo tempo eu estava preocupado pois poderia nao satisfazer rute da maneira que ela sonhava. Assim que ela terminou de comer, pediu a conta, me ofereci para pagar mas ela incistiu, pagou tambem minha agua e saimos, como sempre no carro dela, jamais saio em meu carro. Deixei que ela me levasse onde desejasse, nao comentamos nada sobre motel, e estavamos em uma direçao em que nao havia nenhum motel, ao menos eu nao conhecia nenhum por ali. Entramos pelo predio da BAnd, e descemos algumas ruas nunca havia passado por aqueles lados da cidade, estavamos em local distante, quando me dei conta, estavamos na estrada para regente, entao me localizei, sei que ali existem alguns moteis, mas passamos pelo primeiro e nao entramos, eu ja estava um tanto incomodado mas nao falei nada, paramos em uma porteira, eu desci e fui abrir ela passou com o carro e eu eu fechei entrei novamente no carro e descemos alguns metros, avistamos uma casa, linda enorme, que da estrada nao poderia se avistar, ela parou o carro na parte de traz, onde quem chegasse na casa nao o veria, abriu a casa e entramos, me disse que era a chacara dela herança deixada por seus pais, que ali seria nosso cantinho, ali pude notar o quanto Rute era gostosa, mignosinha, nao devia ter mais 1, 55 de altura, estava usando uma sandalia de salto que fazia a bunda ficar empinadinha, tinha um andar sex.
Fomos direto ao quarto, uma cama de casal enorme estilo colonial, ela ligou o ar e me ofereceu agua refrigerante, cerveja, foi até a cozinha e voltou com uma bandeja de uvas,leite condensado e barras de chocolate, me disse seria uma mistura deliciosa. Ela tirou minha camisa e começou a jogar o leite condensado em mim, e a chupar me deixanodo com tesao, retirou minha bermuda, meu tenis e meia me deixou de cuecas, e por cima da cueca mordia meu pau ja duro e latente, ja nao era mais aquela mulher quase chorosa que conheci na padaria, tentei tirar sua blusa mas ela me pediu par ter paciencia, queria se aproveitar mais de mim, ela tirou apenas a cabeça de meu pau para fora e passava a lingua em cima, eu estava quase gozando com aquilo, entao jogava leite condensado e chupava, sua boca pequena de labios finos se encaixava perfeitamente na cabeça de meu pau.
Ao mesmo tempo que me chupava, foi tirando sua blusa, estava de sutien preto roçava os seios em mim, as vezes nossas peles colavam devido ao açucar mas isso nao importava Rute estava quente muito quente, desejando prazer, mais uma vez eu tentei retirar sua calça e ela se recusou, estava maluco para ver seu corpo nú. Queria penetrar aquela mulher.
Me virei e subi em cima dela, agora era minha vez, de usufruir daquela mulher, ela me pedia apenas para nao ser muito bruto para que nao se lembra-se do babacao do marido. Começei a beijar seu pescoço e ouvir suspiros e seu corpo se retorcendo, meus labios alcançavam sua boca e nossas linguas se tocavam parecia que pegavam fogo, minhas maos circulavam por sua cintura até que consegui retirar sua calça e ver aquela minuscula calcinha preta combinando com o sutien, Rute tinha coxas grossas, desci por seu corpo até alcançar sua xota, totalmente depilada, pequenina como ela, retribui o banho de leite condensado, jogando em cima de sua xota de xupando gostoso, colocava alguns pedaços de chocolate tambem, pegava com a boca e passava para a boca dela meu pau ja estava mais que duro, parecendo concreto armado, louco para entrar dentro dela, procurei por camisinha mas havia deixado minha mochila dentro do carro dela, nao comentei nada e tentei entrar sem mesmo, com ela de pernas bem abertas apenas encostei a cabeça de meu pau na portinha do paraiso para ela se derreter toda, e me puxar pelo pescoço me dando um beijo demorado e gostoso. entrei mais um pouco e mais um pouco até ficar totalmente dentro dela.
Não sei dizer se ela chorava ou gemia, coneçou a fazer barulhos estranhos me puxava pela cintura para entrar mais e mais dentro dela ficou por cima de mim me cavalgando de olhos fechados se entregando totalmente logo veio o primeiro orgasmo dela, confesso que quase me arrancou o saco de tanto que pulava em cima de mim, ela parecia um boi bravo te tanto que pulava. Se jogou para traz e quando voltou seus seios estavam em minha boca chupava aqueles monumentos lindos e gostosos ainda com gosto de leite condensado e sabor de chocolate. Sem demorar muito eu gozei tambem.
Fomos para o banho juntos, e no banheiro a segurei contra meu corpo a levantei no ar, segurando suas pernas, me encaixando dentro dela novamente, entrando e saindo lentamente devagarinho e beijando sua boca sem parar, gozamos quase que ao mesmo tempo tomamos banho e voltamos para o quarto. Olhei em meu relogio ja eram quase nove da noite, nos sentamos ali na cama ela queria cozinhar algo para comermos mas disse que nao, iria demorar muito, um outro dia deixaria ela me alimentar tomamos um outro banho e fomos para o carro,ela incistia em me pagar pela noite que tivemos e eu incistindo que nao era garoto de programa, que apenas gostava de sexo talves um pouco mais que algumas pessoas, voltamos para onde estava o meu carro nos despedimos ela foi para sua casa e voltei para minha.
Novos encontros aconteceram a nossa amiga em comum, falou dela outras vezes e que eu a estava fazendo feliz, que em breve teriamos que fazer uma festinha a tres, mas essa festinha ainda nao aconteceu, ainda estou na espera.