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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Sexo e vinho


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Como nao foi possivel nos vermos na segunda feira ela havia dobrado o plantao e ficou muito cansada, resolvemos sair na quarta de manha, ela entraria no plantao as duas da tarde, e ficariamos juntos no periodo da manha, ja que esse dia eu tenho folga.

Sai da cama ja exitado pensando no que iria nos acontecer naquela manha, pelo telefone Cleusa havia me falado que havia uma surpresa para mim. Cheguei no loca combinado e ja pude avistar o seu carro parado, deixei o meu e passei para o dela, ela estava toda de branco para mim nao era novidade, mas ela me disse que fazia parte da surpresa fomos ao motel da primeira vez, ao subirmos para o quarto ela me pediu para levar algumas sacolas, fiquei curioso para saber o que havia dentro das sacolas ela me pediu para deixar apenas meia luz, pegou uma das sacolas, havia taças e uma garrafa de vinho, colocou sobre a mesa, em uma outra sacola havia um balde de gelo e saca rolha, me pediu para ir abrindo o vinho e foi ao banheiro.

Fiquei ali abrindo o vinho sem ver o que ela fazia no banheiro, quando saio estava usando uma fantasia de colegial, meias brancas, sainha xadres um top branco curtinho e uma calcinha enfiada gostosamente no rabo. Brindamos uima taça, mas o tesao estava a mil. Nao podia nao deixar de acariciar, beijar cheirar, aquele corpo fantastico de Cleusa, aos 47 anos aqueles olhos verdes cabelos loiros, um corpo de dar inveja a muita menina de 25.

Deixamos as taças na mesa eu a joguei na cama, beijando sua boca, sentindo aquele cheiro de mulher gostosa, seu perfume doce, cravava meus dentes em seu pescoço sentia a sua pele se arrepiar, eu ja estava completamente nu, ela ainda de roupa com a fantasia de colegial, esta de pau duro, coloquei minha mao na sua xota e notei ela totalmente molhada, apenas puxei para o lado sua minuscula calcinha e fiquei ali pincelando meu pau duro em sua bucentinha, deixando ela mais que molhada, mais que exitada em ponto de subir nas paredes ate que me pediu para entrar dentro dela. Fiz isso de uma só vez, rompendo suas carnes, que delicia ela arragava o lençol, se contorcendo, perguntando se eu gostava de fuder com ela, se era assim que eu queria.

FIcamos assim uns cinco minutos, eu me segurando para nao gozar enquanto ela gozava gostoso eu sentindo ela se molhar e molhar meu pau. Enfim gozei minutos depois que ela.

Ela pediu para eu sair de cima e tirou toda a roupa, ficando completamente nua para mim, pegou uma tqaça de vinho na mesa, e voltou para cama, bebia vinho e me beijava, que beijo gostoso eu recebia dela, derrepente ela começou a jogar vinho em meu pau e chupar gostoso, hora jogava vinho, hora enchia a boca e me chupava, quando estava para gozar ela se sentou de costas para mim rebolando em meu pau duro e melado de vinho, nao demorei muito e soltei porra dentro daquela buceta gostosa. Ainda exitado a coloquei de 4 para mim, entrei dentro dela novamente sentindo sua buceta agora melada de porra ouvindo seus gemidos seus "aaas" uiiiiiiis" me come meu negao, goza em mim novamente era isso que ela repetia sem parar, rebolando em meu pau. Estava totalmente lubrificada meu pau todo melado nao pude evitar e explorei seu cuzinho na primeira tentativa ela pediu para parar, nao estava aguentando, entao peguei aquele lubrificante que sempre carrego, passei nela e fui bem lentamente aos poucos entrando naquele cuzinho só meu, fazendo movimentos constantes chegando ao ponto de estar todo dentro dela, ela pedindo mais uma vez para sentir minha porra escorrendo la dentro, atendi sua solicitaçao e soltei meu gozo dentro daquele cú gostoso e só meu.

me joguei de lado exausto e suado o ar nao estava dando conta de acabar com nosso calor e fogo. ficamos ali, agarradinhos nos beijando trocando caricias como sempre fazemos depois do sexo.

Pegamos mais uma taça de vinho, agora viu eu quem brincou com ela, jogando vinho em seus seios e chupando, e tambem em sua bucetinha loira, ela se arrepiava ao sentir minhas maos. Brincamos assim por quase duas horas, como eu precisava trabalhar no periodo da tarde fomos embora, sem saber quando nos encontrariamos novamente.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

transa na fazenda


Era tarde de sexta feira, por volta das 16 horas, estava em casa vendo tv, meu celular tocou, um numero desconhecido, atendi, e demorei um pouco para reconhecer a voz, feminina do outro lado, nao era uma voz sensual, era uma voz firme, e autoritaria, me perguntando se iria fazer alguma coisa no fim de semana e se poderia acompanha-la na fazenda. Na hora fiquei em duvida, mas acabei aceitando o convite.
No sabado ela me peguou no lugar combinado, dentro de seu carro pouco falavamos, mas eu a olhava sem parar, observava aquela mulher loira de mais ou menos, 1,60 m, aparelhos nos dentes, e com 46 anos, pernas firmes, seios medianos e com silicone, eram lindos, cintura bem feita, tenho dvidas se era malhaçao ou bisturi, mas Cleusa era uma mulher bem feita.
Tres horas depois estavamos na fazenda, eu juro que nao vi nenhum funcionario na casa nem nos arredores, entramos em um quarto muito parecido com uma suite de motel, ali ela me pediu para tomar um banho o calor era grande tomei um banho gelado,quando voltei ao quarto ela estava apenas de calcinha e sutien, um conjunto que lembrava uma cobra, nos beijamos por alguns minutos a peguei no colo com facilidade, e a deitei na cama, sem tirar sua calcinha, apenas levando para o lado eu comecei a chupar aquela buça, pequenina, com um sabor somente dela, chupei ouvindo seus gemidos e sentindo seu corpo se contorcer, aquilo me deixava mais exitado ainda.
Fui subindo com minha boca por seu corpo, chupando sua barriga, ao mesmo tempo que acariciava o resto de seu corpo com minhas maos, sentia sua pele se arrepiar. Beijei sua boca ardentemente sentindo sua lingua na minha, mordendo seus labios levemente. Cleusame dizia que nunca havia se sentido assim com o marido antes que estava tendo novas sensalçoes e que gostava do que sentia.
Retirei sua calcinha e seu sutien ficando inteiramente nua para mim, me deitou na cama e disse que iria me cavalgar, e assim ela fez, sentada em mim, hora rebolando, hora pulando em rapidos movimentos, segurnado em minhas maos eme fazendo acariciar seus seios, ou entao se deitando em mim e beijando minha boca mordendo meu pescoço, sem deixar que meu pau saisse de dentro dela. Alguns minutos intensos nessas variaveis posiçoes ela se deitou ao meu lado, e com aquele tom de voz autoritario mandou que eu a pegasse por traz.
A visao daquele cú me deixou maluco,mas fui apenas em sua buça, que estava enxarcada escorrendo mel de buceta pelas pernas,entrei dentro dela fazendo movimentos rapidos e constrantes, a puxei pelo cabelo, para me encaixar melhor dentro dela, meu pau todo melado em seu mel, tentei introduzi-lo no cú, mas ela relutou, nunca havia feito na sua vida, forcei a entrada, mas foi em vão, ela nao suportou a dor pediu para eu parar, e para nao machuca-la eu parei, voltei a comer aquela buça melada de prazer.
Não demorou muito para a onde de prazer me envolver e dar uma gostosa gozada dentro dela Cleusa me dia mais e mais, queria sentir minha porra dentro dela eu gozando deixando tudo que tinha ali.
Depois de um tempo deitados nos braços um do outro, descemos a cozinha, havia uma mesa preparada com o almoço para nós dois, uma mesa enorme de madeira, com alguns pratos e panelas ocupando metade da mesa, ali cabiam umas doze pessoas com certeza. Cleusa me disse que tinha uma tara em meter em cima daquela mesa, mas o marido nao a satisfazia entao antes do almoço eu dei a sobremesa a ela, abri seu roupao, a sentei na mesa, e entrei mais uma vez dentro daquela buça que ainda estava quentinha e escorredia, segurando pelas cintura, entrava e saia em um movimento rapido,ela deixava o pescoço cair para traz e as maos apoiadas na mesa, gritou bem alto, nesse momento soube que estava tendo mais um orgasmo, mas fiquei com medo de alguem entrar pela porta, ela me sussurava que estava tendo ondas eletricas de prazer, que seu corpo estava tendo pequenos choques, que em quase trinta anos de casamento nuna havia sentido algo assim em seu corpo.
Durante o almoço ela me disse que sexo com o marido era ruim, isso quando tinham, que ele era como um coelho, depois de tres ou quatro bombadas gozava e se virava parao lado e comigo era algo magico e prazeroso.
Ficamos todo o fim de semana, naquele lugar sem ver a cara de mais ninguem, apenas nos dois dentro do quarto e alquem que preprarava nossa refeiçao. Mas a comida que eu gostava era outra.
Ainda vejo Cleusa e continuamos nos dando muito bem, e visitanto a fazenda em alguns fins de semana o feriado.

kakaexcluido@gmail.com