terça-feira, 5 de maio de 2015

O casal do busão

Me lembro de sair da oficina mecanica puto da vida, iria ficar no minimo, duas semanas sem meu carro, devido a um problema no hidraulico, já pensando em como faria para ir ao trabalho, naqueles dias. Bem no primeiro dia, peguei um moto taxi, mas teria que desenbolsar cinco reais todos os dias e isso era mais que gastaria indo de onibus, então me informei na escola com outros profs, os intenerarios e horarios de onibus para a escola e descobri que de frente ao prudenshooping passaria um onibus as seis e trinta da manha e que pararia duas quadras acima, da escola as seis e quarenta e cinco, tempo suficiente para chegar na primeira aula sem atrasos.
Tambem havia a opçao de carona, com outros profs, mas todos estavam com os carros cheios, e não era sempre que eu entrava as sete, alguns dias da semana entrava as dez. Então resolvi, ir de onibus mesmo, primeiro dia, cheguei ao ponto de onibus mal humorado, embora fosse um dia comum, sem chuvas, sem frio e com sol, seria um dia lindo no ponto de onibus estavamos eu, um casal fora do comum, ele um senhor negro, por volta dos setenta anos e ela uma jovem morena clara por volta dos vinte e cinco no maximo trinta anos. Subiram no mesmo onibus que eu, estava quase vazio, poucas pessoas, me sentei nos fundos e o casal que parecia conhecer a cobradora se sentaram proximo dela e foram conversando o trajeto todo. Cheguei ao meu ponto e desci, o casal continuou dentro do onibus e o senhor ficou me olhando, me assustei pois nunca havia sido olhado por um homem daquele jeito.
Dias se seguiram e era a mesma rotina, trocavamos olhares no ponto de onibus eu me sentava nos fundos e eles proximo a cobradora que alternavam os dias da semana, no inicio da segunda semana, me arrisquei em um bom dia, ao qual fui respondido alegremente por ambos, e logo emendaram, um papo comigo se apresentaram ele se chamava Orlando e ela Patricia, trabalhavam em um barracão de costura ela costurando e ele, como motorista, desciam sempre no ponto final que era o proximo ponto depois do meu, falei que era professor, eles disseram que me conheciam, que alguns filhos das outras costureiras que moravam no bairro falavam bem de mim, pelo bairro e que ja era famoso, expliquei o porque estava usando o onibus e ofereci carona a eles depois que o carro ficasse pronto. Os olhares de Patricia me incomodava mas os de Orlando eram piores, e eu nunca tive relaçoes homossexuais e no seria com ele que iria começar a ter.
Meu carro ficou pronto antes de terminar a segunda semana, entao comecei a passar pelo shopping e oferecer carona ao casal, foram dois dias seguido e veio o fim de semana. Segunda feira novamente passei pelo ponto de onibus e os peguei, Orlando estava um pouco mais falante havia algo estranho, parecia querer dizer algo, comentei que segunda feira sempre ficava até as sete na escola, pois havia reunioes de htpc, Patricia disse que saiam por volta das seis e meia e alguns dias ficavam até as sete, mas nao era sempre, deixei meu telefone com eles, disse que poderiam ligar quando quizessem, para uma carona, deixei eles na porta do barracao onde trabalhavam e fui para a escola.
No mesmo dia na hora do almoço, recebo a ligaço de Patricia, me perguntou se poderia dar carona para eles que ficariam até as sete, respondi que sim, que quando terminasse a reuniao iria buscalos no barracão.
Sai da htpc fui busca-los estavam com outras pessoas no portão entraram no carro, dessa vez Patricia veio a frente, e ja começou com um enterrogatório, me perguntando se era casado, se morava sozinho, respondi a suas indagaçoes e disse a ela que era muito bonita que me chamava a atençao, não sei qual foi a reação de seu marido, pois estava fora de minha visão mas ele disse que gostaria de nos ver juntos.
Na hora mudei meu trajeto, entrei em algumas ruas e me dirigi a um motel proximo do local o mesmo que fui com a diretora da escola.
Entramos, o marido sempre calado e ela, falante parecia nervosa, depois de chegarmos ao quarto fui para o banheiro tomei um ducha, quando voltei Orlando estava sentado em uma cadeira e Patricia apenas de calcinha deitada na cama, Orlando me olhou e disse que queria me ver comendo sua mulher, que deste a primeira vez que me viu queria que eu comece ela e que fez de tudo para ela aceitar.
Só de olhar para Paty, fiquei de pau duro e ela tirou minha cueca e começou a me chupar, engolia somente a cabeça de meu pau fazia isso tao gostoso que em poucos minutos eu estava pronto para gozar, avisei que iria gozar e soltei porra em sua boca, ela quase que engasgou cuspiu um pouco no chão do motel se deitou e abriu as pernas, me oferecendo sua buceta cabeluda olhei para Orlando ele estava se masturbando o pau dele era enorme, muito maior que o meu, chamei ele para participar mas se negou, fiquei com aquela buceta só para mim, comi de papai mamae de frango aassado de quatro, e muitas outras posiçoes, gozei muito e a fiz gozar muito muito tambem, paramos apenas quando a recepçao do motel ligou avisando que o horario estava acabando, tomamos um banho e saimos.
No caminho de volta, Orlando veio contando que Patricia era sua sobrinha que havia se casado com ela depois que os pais dela morreram, e que ele ha nao tinha ereçoes com frequencia que nao dava conta das vontades dela, mas se fosse para ela sair com alguem ele teria que estar junto, o tesao que sentiu olhando eu comer su esposa sobrinha foi muito grande que ficou de pau duro e ainda estava.
Saimos juntos muitas vezes, até a cobradora do onibus paticipou de nossas festas, me afastei deles quando precisei me mudar de Presidente Prudente.

sabado a noite

Ela sempre fazia a mesma rotina, meio dia e dez, estava no portao da escola pegava sua filha abria as portas do carro entrava e ia embora, eu nao tinha a oportunidade de sequer falar oi para ela, mas minha hora estava para chegar.
Ela é loira, olhos verdes clarinhos, unhas sempre bem cortadas, e pintadas revezava, calças jeans e mini saias e sempre camisetas claras, nunca sorria, as vezes estava de oculos escuros, nunca á vi acompanhada com outra pessoa.
Os dias passando e eu tentando algo para me aproximar sem ser invasivo, até que um sabado de atividades na escola, ela estava lá usando uma mini saia, com uma sandalia de salto alto e uma blusinha branca semi transparente onde quase se via os seios fartos explodindo sob o sutien. Fiquei pensando no que fazer e como havia varias atividades com os pais convenci sua filha para leva-la até onde eu estava interagindo com os pais, plano armado e ela caio como uma patinha, apliquei a atividade para ela e mais algumas maes e pais, ao final terminei com um abraço coletivo e fiz questao de ficar bem pertinho dela para sentir seu corpo junto ao meu e safadamente deixei meus dedos escorregarem em seus seios.
Fiquei juntando os material usado na atividade, enquanto ela calçava suas sandalias juntos com outras que se arrumavam para sairem da sala, e irmos todos juntos ao refeitorio para o lanchinho, foi a chance de perguntar o nome, e puxar um papo a mais e tentar encontrar uma brecha para entrar e ficar la dentro.
Ela ja sabia meu nome mas eu nao sabia o dela, perguntei educadamente ela respondeu, sorriu e fomos andando, descemos as escadas e fui em direçao contraria ao refeitorio para guardar o material ao olhar do lado ela estava comigo, entao entrei em minha sala a convidei para conhecer, e aproveitei para abrir meu coraçao, quando queria abrir outra coisa, mas disse que a achava linda que a via no portao todos os dias mas nao via um sorriso sequer e que adoraria fazer ela sorrir, deu certo porque ela começou a sorrir ali mesmo e me perguntou como eu faria ela sorrir, abracei e beijei sua boca, seu copor tremia todo em meus braços, seu corpo ficando quente, mas precisavamos parar a porta estava aberta, muitas pessoas transitanto pela escola e alguem poderia ver.
Saimos de la e fomos ao refeitorio a filha dela a esperando, me sentei e tomamos um refresco juntos, deixei meu cartao com numero do celular e email para ela.
Depois do ultimo pai ir embora, fomos dispensados pela diretora e junto com outros colegas de trabalho, fomos a um buteco proximo a escola para aquela relaxada após o trabalho, meu telefone vibra era uma mensagem dela, perguntando o que faria naquela noite, que estava cheia de ideias para nós, respondi que nao havia nada programado maas que me programaria para ela.
Fui para casa e me arrumei ela me ligou e marcamos o local, era uma praça em um bairro a meio caminho de sua casa, assim que ela chegou eu desci de meu carro e fui ao seu encontro, aquela mulher maquiada era mais linda ainda. Nos abraçamos nos beijamos e fomos para o meu carro e direto para um motel.
Não me lembro como foi o ato de tirar a roupas, mas deixa isso pra la, estavamos na cama, ela de pernas abertas e eu chupandos sua xota com fios loiros, e curtos, seu grelo pequeno e vermelho ora eu chupava ora eu lambia e sentia o sabor de seu gozo em minha lingua, ela gemia como uma gatinha.
Sem demorar muito, me posicionei para entrar dentro dela, ela ficou de quatro pedindo para ser penetrada assim, que gostosa, estava apertadinha, e liza, gostosa, rebolava gostosamente, ia para frente e para traz, se mexia em circulos, realizava loucuras, depois pediu para se sentar em mim para cavalgar, metia com pressao, metia com vontade e gemia feito gata no cio e gozou em mim, nao me segurei e gozei com ela, enchendo sua buceta de porra, mas eu e ela queriamos mais, tomamos um banho gostoso, e partimos para o segundo tempo, jogamos os lençois molhados no chao e continuamos em cima da cama, realizando nossas taras, gozavamos e queriamos mais, alternavamos gozos e banhos, ficamos quase cinco horas no motel gozamos muito, fomos conversar apenas no caminho de volta, como sempre a historia se repetia, se casou o marido traiu, vivem juntos mas nao dividem a mesma cama ele sai com outras e agora ela sai comigo.

A nova coordenadora

Cheguei atrasado a ATPC aquele dia, estava uma quarta feira chuvosa, e preguiçosa entrei na sala todos ja estavam sentados e com seus papeis de assunto em maos, a diretora, falando sobre a recuperação que teriamos que aplicar aos imcompetentes que ficariam durante uma semana na escola enchendo o saco. Notei que havia uma nova mulher na sala, que até entao nunca havia visto pela escola. Logo ela foi apresentada, era a Rose, a nova coordenadora do ensino medio, chegou de transferencia de uma outra UE, iria trabalhar conosco o restante do ano.
Rose nao era uma mulher de chamar a atençao, Baixinha acho que 1, 55m peso proporcional mas haviam duas coisas que me chamava a atençao, a primeira eram seus seios enormes desproporcional ao corpo e sua voz rouca e sex.
Sem -poder deixar passar, fiz piada com sua voz para descontrair, logo ela riu muito e aos poucos nos tornamos amigos naquele dia mesmo, e ela me disse que ja havia ouvido falar muito bem de mim, e ficamos sentados lado a lado durante a ATPC, os dias foram passando e eu tentando descobrir algo que me pudesse fazer tirar alguma vantagem de Rose, e de seus seios fartos e lindos.
Promovemos algumas atividades extracurriculares aos sabados, como passeios de bicicletas, show de calouros, passeios e piquiniques com os alunos, Rose sempre frequentando a todas as atividades mas nunca me dando uma abertura maior, para algo mais sex, passei o ano desejando e cortejando mas sem nengum sucesso, até que chegou o dia da formatura d garotada, do ensino medio.
Organizamos um grande show com os talentos da escola como dança, e musicais, os professores com suas melhores vestimentas e Rose em um pretinho basico realçando seus seios lindos se destacava das outras, fizemos a formatura e ao final precisavamos desmontar toda a extrutura, fomos divididos em turnos, queles que ajudaram a montar, estavam dispensados do desmonte, mesmo tendo ajudado a montar resolvi ficar, pois Rose, ficaria tambem.
Depois de algum tempo tudo estava arrumado e prontos para fecharmos a escola irmos descansar, alguns professores iriam para uma lanchonete rose disse que nao iria, e ficou para traz para fechar a escola, como estavamos no terreo precisariamos subir a secretaria para acionar os alarmes a apagar algumas luzes da quadra espotiva que ficaram acessas. eu subi e ela ficou nas escadas me esperando, estavamos apenas eu e ela no predio, apaguei todas as luzes ficando apenas as luzes das escadas acessas iriamos desligar assim que chegassemos no terreo para sairmos da escola, desci as escadas e ela estava sentada, tirando os sapatos, disse que apertava os pés, nao aguentava mais ficar assim, me propus a uma massagem e ela aceitou, comecei a massagear seus pés ali mesmo, esticando suas pernas e abrindo-as tentando ver sua calcinha mas ela muito sutil colocava as maos na saia para eu nao ver nada, comecei a subir as maos, para a panturrilha e nas coxas, tocando comas pontas dos dedos, arrancando suspiros de Rose.
Enfim consegui subir a saia do vestido deixando os joelhos de fora, consegui beija-los fazendo ela se estremecer, aos poucos com carinhos e persuaçao ja estava coma boca na xota cabeludinha de Rose, ouvindo seus suspiros.
Após alguns momentos ela mesma começou a retirar minha camisa e minha calça se colocou de joelhos e começou a me chupar tambem me engolindo me sugando me fazendo estremecer as pernas. Instintivamente a virei de costas para mim, ficando uns dois degraus mais alta que eu abriu bem as pernas e enfim realizei meu desejo do ano todo, estava dentro de ROse, sentindo cada milimetro de sua xota molhada e quente, me envolvia toltamente ela era quem controlava as açoes agora eu era apenas um objeto, ela segurava em minha cintura e me puxava para dentro de si enquanto rebolava loucamente a exitaçao era tanta que em poucos minutos acabei gozando, nao pude gozar dentro como desejava mas gozei com Rose, terminamos com um gostoso e longo beijo, apagamos as luzes da escola e fomos embora. Agora estou esperando o inicio do ano letivo para novamente ver Rose e quem sabe continuarmos com nosso romance escondido.

Embaixo da cama

Entao vamos la, essa seria a primeira transa do ano, eu ja ancioso ja faziam tres semanas que nao rolava nada, e queria muito comer uma mulher e desejar feliz ano nova a uma vagina.
Essa noite passada, de terça pra quarta fiquei em casa vendo tv e navegando pelo face e vi uma fotoque me chamou a atençao, nao me lembrava da pessoa mas era uma morena linda, comecei a olhar suas fotos haviam fotos de biquine, e meu Deus que linda, seios fartos do jeito que gosto, cintura nao muito grossa e nao muito fina e coxas saborosas, olhando peli chat vi que ela estava on line e chamei pra papear e logo ela respondeu, Elizangela, mora do outro lado da cidade o marido , é gente marido, moça casada, trabalha no Samu estava de serviço e ela estava sozinha em casa os filhos foram para casa da avó essa semana, logo o papo começou a desembestar para putaria, qual o tamanho do seu pau, quero ver seu peito, tira o sutien, tira a calcinha e por ai vai , cabei sugerindo porque nao dar uma real ja que o tesao estava a flor da pele mesmo.
E la fui eu atravessar a cidade sem medo de ser feliz, deixei o carro a uma quadra da casa dela para nao levantar suspeitas e fui andando, falando com ela pelo celular, cheguei ela ja estava na porta me esperando com uma camisolinha transparente mostrando tudo, sem calcinha e sem sutien, abriu o portao para mim, e entrei, só deu tempo de fechar a porta e jogar ela no portao, passei a mao em sua xota e ja estava mais que molhada estava lambuzada, protinha para ser comida, sem muito esforço soquei meu pau la dentro e com ela deitada no sofa com as pernas abertas eu segurando sua cabeça e socando o pau xota a dentro, com uma enorme vontade de gozar, e me segurando para fazer ela gozar tambem, nao mudavamos de posiçao e cada vez ela ficava mais molhada.
Derrepente ouvimos barulho no portao, estava se abrindo ela me empurrou e me puxou para um dos quartos, era o marido chegando em casa, caralho pensei, fudeu. Ela me pediu para ficar embaixo da cama de um dos filhos e foi para o banheiro a tv havia ficado ligada eu nao ouvia o que conversavam, mas ouvi barulho de agua, e notava que luzes se acendiam a apagavem, e derrepente silencio.
Eu embaixo da cama quase pegando no sono, mas nao podia dormir, sentindo caimbras em uma das pernas por ficar muito tempo na mesma posiçao, ate que ela veio me chamar o marido havia saido, veio em casa se limpar porque um paciante havia vomitado em cima dele.
Nessa altura o tesao ja havia acabado o pau nao levantava mais e a vontade havia se esvairido, ela fez uma gulozinha em mim e ficou por isso mesmo, marcamos de nos vermos na quinta feira a tarde em um motel ou na minha casa, com mais calma e sem marido chegando de surpresa.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Stela IV



Por volta das cinco e quarenta da tarde eu estacionei meu carro a algumas quadras da loja de Stela, em uma rua proxima a academia onde ela malhava, e liguei para ela, avidando onde estava naquela momento, faltando cinco minutos para as seis da tarde ela chegou, estacionou seu carro um pouco a frente do meu, e veio para o meu carro, saimos ao nosso destino.
Fomos a um motel na saida da cidade, proximo ao parque de exposiçoes, ela mesma quem escolheu o quarto, queria algo pequeno em suas palavras, vamos usar a cama e o chuveiro.
Ja no quarto ela foi ao chuveiro, eu havia levado alguns bombons, e fui espalhando pela cama, e procurando os controles de luz para deixar a luz bem baixinha, e uma musica legal. Tambem levei algumas flores e havia deixado escondidas no banco traseiro, fui busca-las e as coloquei pelo quarto tambem, deixando bem florido a principio iria apenas entregar as flores mas a oportunidade surgiu sendo assim fiz essa surpresa com flores e bombons.
Ela saio do banho enrolada na toalha, as suas feiçoes ao ver o quarto daquele jeito não ha como explicar, por alguns segundos seus olhos marejaram logo vi que estava no caminho certo. Nos beijamos e comecei a fazer caricias em seu corpo lhe dar carinho no rosto no cabelo, tudo em silencio sem emitir um som sequer, olho no olho e as vezes labios nos labios, estavamos e perfeita sintonia.
Eu estava muito exitado e com as caricias realizadas somente por olhar em sua pele via-se sua exitaçao, seus seios arrepiados, e como somente ela sabe fazer, foi se acomodando em meu corpo de uma maneira em que suas pernas ficassem abertas lateralmente e eu pudesse penetrar na posiçao em que estavamos, e assim fui entrando lentamente, dentro dela, ao mesmo tempo em que a penetrava, eu pegava bombons na cama e colocava em sua boca, em seguida a beijava, só de escrever aqui, eu posso ouvir a musica que tocava nesse exato momento, nao nos importava quantas vezes iriamos gozar, quantas horas iriamos ficar ali, apenas estavamos curtindo aquele momento, podia sentir escorrer fluidos em meu pau, em minhas coxas, nao fizemos muitas posiçoes mirabolantes, nao houve chupetas desconcertantes, o que houve foi algo muito gostoso, a entrega era total de ambas as partes, ela acabou entrando na brincadeira e pegando bombons na cama e colocando em minha boca me beijando me desejando, mudavamos de posição, tao sutilmente, sem nos mexermos muito, queriamos estar assim conectados litralmente um ao outro, nao sei por quantas vezes ela gozou e nao sei dizer quantas vezeseu gozei. Fomos interrompidos por seu celular, que tocava, era o corno ligando, ela me pediu para baixar o volume do som, e ficou conversando com ele.
Essa foi a parte comica, ela falava com ele enquanto eu tocava uma siririca para ela, as vezes ela se contorcia de prazer, outras vezes, fechava as pernas trancando minha mao, mal ela desligou o fone, uma outra chamada, agora era sua mae, combinando de ir a sua casa essa noite, parao jantar, ela disse a mae, que estava na academia e que em meia hora chegaria em casa, sendo assim, nossa noite estaria chegando ao final, mas deu tempo de mais uma uma, ela se colocou de quatro, me ofereceu, sua buça e seu cuzinho ao mesmo tempo, fui primeiro na bucetinha deliciosa, deixei ela bem molhada babando como estava no inicio, de tao molhada quase nao sentia sua xota mais, foi entao que entrei em seu cu, que de inicio ofereceu alguma resistencia, mas aos poucos foi se abrindo e me engolindo me colocando todo para dentro de si. Nos olhavamos pelo espelho e nossas feiçoes era de querer mais e mais, mas sabiamos que estava chegando ao fim nossa aventura, nossa semana de loucuras gostosas.
Fomos para o banho juntos, ela me pediu para nao molhar seu cabelo, mas ficamos nos pegando no chuveiro, nos secamos ela recolheu todos os bombons e as flores, para levar disse que os bombons ficaram em sua sala e as flores em seu quarto. Durante a volta ela se lamentava porque nossa semana estaria acabando por ali o marido ja estava a caminho chegaria na sexta para a hora do almoço, ela teria que ir busca-lo na rodoviaria, e até sua proxima viagem , seria melhor nao nos vermos e eu tambem ficarei sem tempo pois volto a trabalhar na proxima semana, e com meus horarios loucos me sobram somente algumas noites da semana.
A deixei em seu carro e fui para casa, fiz questao de inverter o trajeto para passar em frente de sua casa, e dar tempo dela chegar primeiro que eu, deu tempo de ver sua mae e outras pessoaas que nao conheço no portao da casa mas ela ainda nao havia chego, entrei com meu carro na garagem e sai para ve-la chegar. Fiquei na calçada olhando para ela, parou o carro na rua desceu comprimentou um a um de seus parentes, deu uma olhada discreta para mim, que acabou virando um sorriso lindo e um gostoso grito de " BOA NOITE VIZINHO" ! Agora é esperar o Rodrigo viajar novamente.
kakaexcluido@gmail.com

Stela III




Liguei para Stela, por volta das nove da noite, eu estava ancioso para ve-la, ao antender ela ficou surpresa com meu telefonema, eu expliquei como havia pego o numero do celular dela, para eu entrar em sua casa sem ser visto usamos o mesmo esquema da noite passada, eu sai de casa, e fui para a rua de traz e ela saiu de carro e foi me pegar no local combinado e entramos em sua casa sem maiores problemas.
Chegamos em sua casa e entramos pela porta da cozinha, ela me perguntou se já havia jantado, disse que sim e que estava esperando pela sobremesa, ela sorriu me chamou de cachorro e foi me guiando pela casa,chegamos na sala, me sentou no sofa, começou a me beijar e a pegar em meu pau, dizia que era muito gostoso, era uma situaçao louca que estavamos viviendo mas estava muito gostoso, o que ela faira quando o marido voltasse, ja que o banana nao gosta de sexo , depois de muito beijos e chupoes, ela me puxou até i banheiro.
Ao chegarmos no banheiro a banheira ja estava cheia, ela me disse que nao havia esquecido o meu pedido da noite anterior, se despiu entrou na agua, eu tambem fiz o mesmo, ela falou que iria brincar comigo, me pediu para ficar de pernas abertas, entao ele mergulhava me chupava até quando a respiraçao aguentasse e subia novamente, ficamos brincando assim por algum tempo, depois disso eu a segurei pelos ombros e a beijei muito e ficamos grudadinhos, curtindo o momento, ela me revelou que estava um pouco esfolada, e eu tambem estava nao usamos camisinha nenhum dia, aproveitei e perguntei sobre filhos, ela disse que nao teria problema, o uso de anticoncepcional era diario, nunca falhava e que isso era imposiçao do marido, mas ela queria filhos ele nao. Meu oau durissimo batendo em suas pernas ela dizia que adorava isso, sentir um pau grande duro e quente pulsando em seu corpo, que o marido era tao rapido e o pau dele era bem menor que o meu, e o cara ainda se achava o kid bengala, mas que nos tempos de solteira ela havia dado para caras bem mais dotados que ele. com isso ela foi se ajeitando, fez meu pau entrar em sua bucetinha, subia e descia bem devagarinho rebolava, dizia que estava doendo, mas que queria muito estava com muito tesao, meu pau deu uma escorregadinha ela segurou com uma das maos, e colocou na porta de seu cuzinho, pediu para eu ficar parado nao forçar, deixar que ela fizesse tudo, e deixei ela fazer, apenas fiquei de pau duro para ela, ir se sentando.
Aos poucos eu entrava em seu cuzinho ali na banheira, olhava para seu rosto e via a expressao de dor, mas com o prazer, ela vinha se encaixanado e deslizando, até que tudo estava dentro dela, que começou a rebolar subir e descer e jogar agua para fora da piscina.
Me chamava de meu garanhao, isso faz assim, fode o cuzinho de sua egua meu garanhao, e gritava de prazer, aquele cuzinho apertadinho me fez gozar rapidamente, mas ela continuava com os movimentos, e nao deixou que meu pau amolecesse, parecia buscar o gozo anal e de tanto rebolar em mim, chegou um momento em que gozou analmente.
Exausta deitou em meus braços, e com as pontas dos dedos, acariciava minhas costas, e ficamos assim um bom tempo.
Depois disso ela perguntou se eu havia gostado, claro que respondi que sim, combinamos de hoje, irmos a um motel, onde ela podera gritar a vontade, vou espera-la no centro da cidade proximo a loja dela, assim que fechar por volta das seis, iremos em meu carro, ao motel que ela ja escolheu e que deseja tanto conhecer, mas o banana, nao leva.
kakaexcluido@gmail.com

Stela II




Terça feira, por volta das 16:00 sai com alguns amigos fomos jogar voleibol em um clube da cidade, já que a maioria deles sao professores como eu, ainda estamos em ferias, aproveitamos as terças a tarde para jogar um voleibol e depois cair na piscina do clube, falar de nossas conquistas de final de semana e ouvir as reclamaçoes dos casados, isso quando é possivel, quando uma ou outra mulher nao nos acompanha, então ficamos quietinhos.
Cheguei em casa por volta das 19:40, estava subindo a rua com o carro quando passei pela casa de Stela, notei que ela estava no portão, olhei para aquele corpao com roupas de ginastica, estava usando uma calça vermelha e uma camisa branca, e tenis, depois descobri que estava chegando da academia tambem, ao olha-la ela me fez sinal que queria falar comingo, já pensei que talves quisesse dizer que estava arrependida da nossa tarde do dia anterior, fui até minha casa deixei o carro na garagem pensei em ligar mas me lembrei que, em minha agenda havia apenas o celular do Rodrigo o marido corno. Precisei ir pessoalmente falar com Stela. Ao sair na calçada ela ainda estava no portao, falando ao telefone, fui me aproximando e notei que ela falava com o corno.
Depois de desligar perguntou se eu nao queria tomar alguma coisa com ela, logico que aceitei, disse a ela que iria em casa tomar um banho e que voltaria em 15 minutos, ela me olhou e perguntou se nao queria que ela desse um banho em mim. Sim nao sou bobo, aceitei, entramos e ela me levou direto ao banheiro, foi se despedindo e conversando, parecia que eramos um casal que fazia aquilo juntos todos os dias, havia uma banheira mas eu preferi nao ousar tanto, ficamos apenas no chuveiro, ela me esfregando eu a esfregando a agua morna caindo em nossos corpos, alguns beijos, confesso que nao havia dado tanta inportancia aos seus seios na segunda feira, mas ali no banho estava fazendo toda diferença aqueles seios grandes e firmes, eu elogiava cada pedacinho de seu corpo, e ela sorria muito, o bumbum durinho, a pele macia, as sardas em seus seios, que ldeixavam sex, os olhos cor e mel a boca rosea, eram detalhes que eu nao havia notado na tarde do dia anterior, talves porque desejava apenas sexo. Ali no chuveiro disse a ela que havia contado a alguns amigos oque haviamos feitos segunda feira, ela ficou brava, mas ha tranquilizei disse que havia falado que fizemos mas nao com quem e nem onde, e isso fez ela sorrir me abraçou me beijou e começou a se ajoelhar, descendo por meu pescoço, barriga até chegar em meu pau que ja estava durissimo deste o portão.
Engolia meu pau com uma perspicacia enorme, sentia o calor de sua boca em meu pau, hora chupava apenas a cabeça hora engolia por inteiro a sensaçao era otima, me entregava total a Stela.
Eu estava pulsando para gozar ela persebeu e parou o serviço, disse que nao queria desperdiçar ali no chuveiro, ela abriu a porta do box e saiu, eu terminei de o banho tambem e sai atras dela.
Eu estava apenas de shorts e ela ja estava com uma camisola transparente, peando algumas coisas na geladeira e colocando sobre a mesa, perguntou se eu gostava de algumas coisas, que estavam ali, disse que sim.
Começamos a comer e a conversar, ela dizia que a vida sexual com Rodrigo era chata, ela viajava muito para a empresa, e quando estava em casa queria descansar dormir, como ela era dona de uma loja de roupas infantil nao podia acompanha-lo em suas viagens e ele tambem nao a convidava. Transavam uma ou duas vezes na semana e quando ele queria e nao ao contrario. Eu apenas lamentava tudo enquanto sorvia um gelado copo de suco de goiaba e mordia um pedaço de pao de forma com queijo. houvia aquela historia que sei que se repete com muitos casais e com alguns colegas de trabalho ao qual ja transei pelos mesmos motivos, marido nao da valor, nao se importa com o aviao que tem em casa e fica olhando teco teco na rua.
Acabamos o jantar ela começou a perguntar sobre mim, porque morar sozinho, porque nao tenho namorada ou sou casado, entao expliquei a ela que a casa é de meus pais que eles foram morar em uma chacara nos arredores da cidade e eu fiquei com casa, e que ja fui casado por dois anos e me separei, que ja havia me mudado de cidade passei uma temporada em Bauru mas nao foi bem como desejei e voltei. Não pretendo namorar novamente e tao pouco me casar a vida esta boa assim, como estou, ela disse que era casada a cinco anos, e que a vida dela sempre foi assim, mesmo quando namoravam Rodrigo nao a assediava muito, até desconfiou que ele era viado, mas nao foi nada comprovado.
Saimos da mesa e fomos para a sala, onde havia um enorme tapete, e algumas almofadas pelo chao, ela ligu a tv e ficamos deitados por ali. Ela foi se aninhando em meus braços, me sentia bem dessa maneira.
Percebi que Stela adormecia e resolvi nao incomodar, peguei o controle da tv e abaixei o volume, acabei pegando no sono tambem.
Não se explicar mas a sensaçao de ser acordado assim, é fantastica, sentia algo bom acontecendo mas nao sabia entender o que era, parecia um sonho mas minha mente estava vazia. Abri os olhos Stela estava me chupando novamente era tao sutil, que eu sentia apenas seus labios, era algo sem discriçao. nao há como definir, um jeito novo de ser acordado. Ela me chupou até que eu gozei e foi muito, ao terminar, fui falar algo para ela, que apenas encostou o indicador nos labios, dizendo para eu me calar. Stela sentou em mim, me envolvia com sua xana molhada, mexia a seu jeito, a seu tempo, segurava meus braços sobre minha cabeça e esfregava os seios em meu rosto, mesmo com a camisola eu sentia aqueles seios gostosos e cheirosos em mim tudo era muito lento, muito calmo e gostoso, de um jeito que eu nunca havia feito antes, a respiraçao dela ja estava mudando sentia que gozaria, ela aumentou seu ritmo e gemia um pouco mais alto como fez na piscina e logo gozou, pensei que pararia, mas ela me olhou e disse agora é sua vez, vem comigo. Não me segurei e em pouco tempo gozei tambem. e ficamos assim deitados ela por cima de mim e eu segurando seu corpo fortemente. Adormecemos novamente.
Acordei com o telefone da casa tocando, e ela saindo de cima de mim, para atender, mais uma vez era o corno, ligando, pelo papo ele ja estava em um hotel se preparando para dormir e deu uma bronca nela porque, nao atendia ao celular, ela disse que estava sem bateria que havia se esquecido de carregar, e em seguida desligou, olhei para o relogio na parede ja eram quase meia noite, dormimos um monte juntos ali no chão, vi o celular dela em cima da mesa, no canto da sala, ela foi se lavar no banheiro eu aproveitei para ver seu celular, ele nao estava desligado, estava apenas no vibracal, peguei o aparelho e liguei para o meu que havia ficado em casa, agora teria o numero da Stela.
Fui ao banheiro onde ela estava, tambem, tomei uma ducha e disse a ela que um dia gostaria de usar a banheira junto com ela, ela sorriu e disse porque nao?
Me enxuguei peguei minhas roupas e agora era hora de ter cuidado para sair, paranao ser visto por ninguem da vizinhança, pensei em sair de carro com ela ja que o vidro era insulfilmado, ela aceitou a ideia, dariamos uma volta pela quadra ela me deixaria do outro lado e eu voltaria andando. Fizemos isso, ela me deixou no meio da quadra e voltou para casa, mas nao antes de darmos um longo e demorado beijo.
Hoje nao sei se ira acontecer algo, mas logo mais irei dar uma ligada para Stela quem sabe teremos um algo mais novamente.
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