terça-feira, 5 de maio de 2015

Orgias na confraternizaçao

Confragternizaçao de fim de ano, professores e funcionarios da escola reunidos em uma chacara fora da cidade em uma estrada proximo a Alvares Machado cidade vizinha, alguns foram de van, alugada pela direçao outros foram de carro, eram mais de oitenta pessoas, entre funcionarios, professores e coloboradores da escola, sendo esses pais e maes de alunos, logico que Celia foi, era otima cozinheira e durante o ano, ajudou na festa junina e comemoraçoes do dia da crianças.
Almoçamos brincamos de amigo secreto, conversamos e nos despedimos de alguns professores que no ano seguinte iriam para outra unidade escolar, havia uma piscina onde poderiamos nos refrescar, muitos foram embora mas a grande maioria ficou, e usufruia da piscina, assim como eu. Conversavamos sobre tudo e eu olhando para todas as mulheres algumas eram verdadeiros dragões mas outras eram lindas e se escondiam atras de suas roupas do dia dia, com o passar do tempo as pessoas foram saindo ficando apenas eu minha coordenadora pedagogica que era responsavel pelas chaves do local Celia e duas professoras, que estavam totalmente regadas a cerveja e vinho, o papo começou a ficar um pouco mais intimo e quente, as pessoas sabiam de meu relacionamento com Celia pois meu carro era visto sempre na frente de sua casa, mas deviamos nada a ninguem, celia começou a contar algumas coisas que faziamos, na cama, Laila minha coordenadora dizia que não queria escutar nada daquilo que iria ficar com vontade as outras duas professoras apenas riam e riam muito, eu me aproximei de Laila por traz e dentro da agua, segurei em sua cintura e mordi sua orelha bem de leve, ela apenas suspirou e nada disse, assim eu enfiei uma das maos por dentro de sua tanguinha e senti sua pele irritadinha devido a depilaçao feita com gilete e a entradinha de sua xotinha, ela sem reaçao alguma, entao coloquei um dedo na sua xota e alcançei seu clitoris, ela deu um passo para frente e disse para eu parar, que nao iria aguentar assim, deixei ela um pouco de lado e fui para o outro lado da piscina onde estavam Maira uma professora de filosofia e Denise professora de geografia, Celia estava fora da piscina sentada tomando sol seguer olhava para a piscina.
Cheguei perto de Maira, ela era baixinha por volta de 1, 60m mas com seios enormes, disse a ela que iria massagea- la, ela disse que sim, entao começei a massagear seus pez que estavam detro da agua e fui subindo pela panturrilha coxas e ao mesmo tempo abrindo suas pernas, cheguei em suas virilhas, me abaixei um pouco puxei sua calcinha parao lado expondo sua xota que havia apenas um bigodinho de pentelhos, dei uma chupada bem gostosa, ela segurou em minha cabeça e disse que iria jogar basquete comigo, começei a chupar Maira freneticamente, minha intençao era fazer com que ela gozasse para mim, apenas sentia suas maos em minha cabeça apertando contra sua xota, quando derrepente me puxaram para traz e fui solto, eram Celia e Laila, nao falei nada me virei e dei um beijo em Celia, Laila começou a jogar agua dizendo que iria separar então soltei Celia e comecei a beijar Laila, fiquei assim brincando com as duas, derrepente senti munha sunga sendo arrancada era Maira dentro da agua me fazendo uma chupeta subaguatica, ainda faltava Denise entrar na festa, estava olhando de longe sentada a beira da pisicna, mas apenas olhava nao queria particar.
Eu estava ali vivendo algo que jamais imaginaria em meus mais profundos sonhos eroticos jamais imaginaria algo assim, em uma piscina brincando com tres lindas mulheres e uma quarta olhando, Mairia subia para recuperar o folego e voltava para dentro da agua Celia e Laila, com os seios de fora me beijando e eu siriricando ambas com as maos, derrepente Maira saiu de perto e foi buscar Denise que relutou mas se aproximou do grupo, dei um chupada em sua boca e em seus peitos, a vitrei de costas para mim, apoiando suas maos na borda da pisicna e abaixei sua tanga, Maira segurou sua bunda abrindo para mim e penetrei em sua bucentinha que se sentia estar toda melada, Maira beijava Denise na boca, Laila chupava os seios dela, estavamos devorando a moça toda recatada, quando senti que iria gozar, avisei as meninas, eu sabia que Celia era tarada por porra, mas quem veio engolir foi Maira.
Mesmo gozando eu queria mais, Laila estava cheia de tesao tambem, saimos da agua e fomos para um dos quartos da chacara, Laila fico de quatro me oferecendo seu cu, e sua xota depilada, queria comer seu cuzinho tentei entrar mas nao entrava nada, entao fui para sua xota mesmo, que tambem estava melada, quando menos se esperava, Celia entrou no quarto ja estava nua, começou a beijar Laila aumentando minha exitaçao, sai de Laila e entrei em Celia ja acostumada com meu pau em seu cu, enquanto a enrabava Laila se masturbava olhando pela janela Denise e Maira as chamei para entrar, apenas Maira veio, sentou-se na cama, com as pernas abertas pedi para ela ficar em pé, assim comia o cu de Celia e chupava Maira que nao satisfeita, pediu para ser fodida tambem, entao tentendo a seu pedido, sai do cuzinho de Celia e atendi a seu pedido, entrando em sua bucetinha, nao demorou muito para ela explodir em um orgasmo louco, eu sai de dentro dela e gozei na boca de Laila, e dei um pouco do que restou para Celia, ainda procurei por Denise mas nao a vi mais na janela.
Terminamos aquela tarde jogados na agua da piscina, calados hora eu dava uns beijos em Celia, depois em Laila e Maira, combinamos de refazer a festa outras vezes, e fizemos apenas os quatros pois Denise não queria mais participar, a moça era evangelica tinha namorado e se sentiu muito mal participando de nossa orgia, contou para Maira que eu era a segunda transa dela e que nunca se imaginou transando com uma mulher, ficamos com medo dela contar algo na ecola mas nao contou nada, apenas se afastou de nós, Laila e Celia se tornaram grandes amigas,continuei saindo com Maira sozinha por uns meses até que ela arrumou um namoradinho e paramos de sair juntos

Trabalho Novo

Depois de dois anos, trabalhando na mesma escola, fui convidado a me transferir para outra, pela secretária de educaçao da cidade, pois havia acontecido uma troca politica no cargo, sendo assim deixei a escola do bairro onde morava e fui para uma na periferia, era necessario usar meu carro para o transporte ou usar dois busão para chegar, até lá.
Como nao sabia a localizaçao exata, dias antes do inicio do ano letivo, fui conhecer o novo local do trabalho, sai de casa me lembro que era uma terça feira por volta das oito e meia da manha, para quem conhece o Presidente Prudente ou o oeste paulista, sabe que aqui o calor é intenso, no mes de janeiro e que nesse horario o sol ja queimava bem a pele ja estava por volta dos 28 graus, muito quente mesmo.
Depois de andar pelo bairro perguntado onde era a escola enfim a encontrei, nada parecida com o meu antigo local de trabalho, um local feio como era o bairro, a escola ficava em uma rua de terra, cheia de buracos e cercada por barracos de madeira e muita gente feia.
Entrei pela porta principal nao havia indentificação alguma, andei por um corredor e cheguei a frente de uma sala, onde havia uma mulher sentada, mexendo em um pc, ela era uma gordinha jeitosa, via-se que malhava,era gordinha mas com o corpo modelado, de um sorriso lindo e a voz macia, me apresentei como o novo professor de educaçao fisica do colegio, ela me disse que era a secretaria, sendo assim lhe entreguei os documentos da outra escola, sempre sorrindo ela me disse que iria me apresentar a direçao da escola.
Descemos por algumas escadas, chegamos ao patio da escola e depois a quadra esportiva ao longe notei que havia algo chamativo uma toalha e alguem parecendo estar na praia, , nos aproximamos e havia uma mulher ao sol, deitada em uma toalha, de oculos escuros cabelos presos de bruços e com um micro biquine, que bunda era aquela, que corpo bem malhado, logo que nos aproximamos ela se virou, sem mesmo usar toalhas ficou em pé, nao havia como disfarçar olhei para todos os poros de seu corpo, e logo me veio uma ereção, com certeza notada por ela e pela secretaria que se chamava Giovana.
Fui apresentado por Giovana, a diretora Sueli disse que a me conhecia pela fama, que minha antiga diretora me elogiava muito nas reunioes de diretores, e que agora seria a vez dela usar minhas ideias, de biquine mesmo me levou até a sala onde guardavam o material para aula de educaçao fisica,chegamos a porta e ela se lembrou que não havia como entrarmos estava sem as chaves, Giovana subiu para buscar e fiquei perguntando sobre a escola sobre o bairro ela me disse que os alunos eram tranquilos os pais tambem, que a escola era bem vista no bairro que mesmo os malandros respeitavam, que poderia deixar meu carro aberto o dia todo que nunca mexeriam e até mesmo viram avisar que estava aberto e realmente isso me aconteceu meses depois, a frente da escola era aberta mas os fundos todo murado, interroguei sobre o banho de sol, dela, ela disse que era um pratica corriqueira nas ferias, durante o ano letivo nao e que outros funcionarios tambem faziam isso, assim que Giovana chegou com as chaves, entramos, ela me disse para olhar e fazer um levantamento do que precisaria para o ano letivo e levar a sala dela, ou então fazer em casa e entregar nos dias seguintes, como nao estava fazendo nada em casa, resolvi ficar e terminar naquele dia mesmo.
Depois de alguns minutos terminei e voltei a sala de Giovana, mas ela nao estava, ouvia vozes e fui seguindo o som, até poder ouvir as vozes com clareza e logico, falavam de mim. Giovana dizia que eu era bonito e Sueli dizendo que ficaria comigo facil, ja sabia que eu era solteiro, porque a minha antiga diretora havia falado, Giovana falou de minha ereção quando vi o corpo de Sueli e ela disse que tambem notou, e ficou sem nada para me provocar, então eu resolvi provocar, ficando exitado e acomodando meu pau de um jeito aparecesse o volume em meu shorts, dei uns passos mais fortes para elas ouvirem eu me aproximando, entrei e estendi o papel as maos de Sueli que agora estava vestida como diretora, Giovana estava sentada, de frente a ela, e propositalmente encostei meu pau em seu ombro ao esticar a mão com o papel para Sueli, e notei que ela deu uma olhada para baixo para olhar tambem, após entregar me afastei disse que voltaria no dia da apresentação dos alunos e sai da sala, fiquei a uma distância que poderia ouvir a conversa delas como da outra vez, e ouvi Giovana dizendo que sentiu meu pau duro em suas costas e Sueli dizendo que notou o volume de minha mala, e que era bem grande, e Giovana disse, tambem é um negão.
Segunda semana de aulas, iriamos a uma excursao com alguns alunos a cidade das crianças, Sueli iria conosco, chegando ao local demos uma volta pelo parque indo ao zoo, mas a excursão era mesmo para o planetario, esperei que todos entrassem, e segui Sueli pra me sentar ao seu lado. Me sentei e aproveitando a escuridao e a posição que nos encontravamos quase deitados, e comecei a usar minhas maos, primeiro tocando em seu braço e suas maos, logo depois descendo as maos para sua barriga, erguendo sua blusa a acariciando sua barriga, em seguida ela veio com suas maos em meu pau duro, colocou as maos por dentro do meu shorts e só dizia que estava quente.
Entrei com minhas maos dentro de sua calça até sentir sua xotinha quentinha e depilada ja molhada de tesão, mas ali era muito perigoso para continuarmos nossa brincadeira, sai da sala de projeção e fui para o banheiro, ao sair do banheiro vi Sueli saindo do banheiro feminino, fiz sinal a ela para para vir a onde eu estava ela se recusou e desceu para a sala de projeção.
Dias se passaram de nossa brincadeira, não ouve sequer uma palavra de sua parte, até uma quinta feira em que todos fomos a casa de uma professora para comemorarmos o aniversario dela, ficamos conversando nessa escola eu ja nao era o unico homem haviam outros tres professores, ficamos ali de papo olhando as mulheres, eles ja estavam a alguns anos, na escola conheciam todas da escola e me contando quem era quem, as vulneráveis as serias, as faiscas, logico que nao contei nada sobre a diretora, mas eles me contaram que ela era jogo duro, se vestia como mocinha dava mole mas na hora do tal corria, contei apenas que a vi de biquine na escola, eles dizeram que tambem ja haviam visto na epoca do recesso, e que um professor chamado Claudio, fez fotos dela de biquine e publicou no orkut, ela fez um barraco danado e o cara foi transferido para outra escola. Mas o papo foi mudando de rumo, ela se despediu e saiu, eu ja estava com sono tambem na sexta iniciaria minhas aulas as sete da manha, depois de uns dez minutos que ela saiu eu tambem, sai, estava indo para casa e avistei o carro dela parado em um posto de gasolina na bomba, sem ter certeza se realmente era ela eu me aproximei e parei ao lado, o vidro baixo apenas confirmei ser ela, e entao mandeio convite, para terminarmos o que começamos no planetario.
Ela me pediu para segui-la, fui atraz até chegarmos em um motel proximo ao aeroporto, entramos com os dois carros, no quarto ela se pediu ficando apenas de sutien e calcinha, um conjunto de rendas brancas muito lindos, constratando com sua pele linda, queimada, de sol, foi me despindo tirou minha camisa e meu shorts, minha cueca e caiu de boca em mim, disse que estava com vontade deste o dia que viu minha ereçao na escola, me chupou até eu gozar em sua boca, engolindo tudinho, se deitou na cama, que corpo malhadinho e gostoso, seios firmes, pernas grossas era tudo na medida certa, sem pedir licença cai de boca em sua xotinha depilada, devolvendo o prazer que recebi antes, quanto mais chupava mais queria mais ela me pedia, assim que gozou, eu coloquei meu pau na porta de sua xaninha e ouvia seus gemidos, queria entrar aos poucos mas logo na primeira estocada, ela me puxou e entao entrou todo meu pau dentro dela, começei a deslizar rapidamente entrando e saindo com muita velocidade e vontade sentia a cabeça de meu pau ferver e a xota de Sueli ficando enxarcada, sentia que pingava liguidos, isso me deixava mais exitado ela ja havia gozado em minha boca e no meu pau e nao segurei por mais tempo gozando muito.
Queria mais, mas ela se negou, precisava ir pra casa entao um detalhe que eu não sabia, ela era casada e o marido poderia ligar, me disse que se eu quizesse mais, nao era para falar nada a ninguem, que se eu fosse discreto teria mais, mas isso seria dentro dos limites dela e nao dos meus. E assim eu fiz, apenas quando ela me requisitava eu aparecia, foram muitas rapidinhas em minha sala na escola, muitas horas de almoço trancados em quartos de moteis

O casal do busão

Me lembro de sair da oficina mecanica puto da vida, iria ficar no minimo, duas semanas sem meu carro, devido a um problema no hidraulico, já pensando em como faria para ir ao trabalho, naqueles dias. Bem no primeiro dia, peguei um moto taxi, mas teria que desenbolsar cinco reais todos os dias e isso era mais que gastaria indo de onibus, então me informei na escola com outros profs, os intenerarios e horarios de onibus para a escola e descobri que de frente ao prudenshooping passaria um onibus as seis e trinta da manha e que pararia duas quadras acima, da escola as seis e quarenta e cinco, tempo suficiente para chegar na primeira aula sem atrasos.
Tambem havia a opçao de carona, com outros profs, mas todos estavam com os carros cheios, e não era sempre que eu entrava as sete, alguns dias da semana entrava as dez. Então resolvi, ir de onibus mesmo, primeiro dia, cheguei ao ponto de onibus mal humorado, embora fosse um dia comum, sem chuvas, sem frio e com sol, seria um dia lindo no ponto de onibus estavamos eu, um casal fora do comum, ele um senhor negro, por volta dos setenta anos e ela uma jovem morena clara por volta dos vinte e cinco no maximo trinta anos. Subiram no mesmo onibus que eu, estava quase vazio, poucas pessoas, me sentei nos fundos e o casal que parecia conhecer a cobradora se sentaram proximo dela e foram conversando o trajeto todo. Cheguei ao meu ponto e desci, o casal continuou dentro do onibus e o senhor ficou me olhando, me assustei pois nunca havia sido olhado por um homem daquele jeito.
Dias se seguiram e era a mesma rotina, trocavamos olhares no ponto de onibus eu me sentava nos fundos e eles proximo a cobradora que alternavam os dias da semana, no inicio da segunda semana, me arrisquei em um bom dia, ao qual fui respondido alegremente por ambos, e logo emendaram, um papo comigo se apresentaram ele se chamava Orlando e ela Patricia, trabalhavam em um barracão de costura ela costurando e ele, como motorista, desciam sempre no ponto final que era o proximo ponto depois do meu, falei que era professor, eles disseram que me conheciam, que alguns filhos das outras costureiras que moravam no bairro falavam bem de mim, pelo bairro e que ja era famoso, expliquei o porque estava usando o onibus e ofereci carona a eles depois que o carro ficasse pronto. Os olhares de Patricia me incomodava mas os de Orlando eram piores, e eu nunca tive relaçoes homossexuais e no seria com ele que iria começar a ter.
Meu carro ficou pronto antes de terminar a segunda semana, entao comecei a passar pelo shopping e oferecer carona ao casal, foram dois dias seguido e veio o fim de semana. Segunda feira novamente passei pelo ponto de onibus e os peguei, Orlando estava um pouco mais falante havia algo estranho, parecia querer dizer algo, comentei que segunda feira sempre ficava até as sete na escola, pois havia reunioes de htpc, Patricia disse que saiam por volta das seis e meia e alguns dias ficavam até as sete, mas nao era sempre, deixei meu telefone com eles, disse que poderiam ligar quando quizessem, para uma carona, deixei eles na porta do barracao onde trabalhavam e fui para a escola.
No mesmo dia na hora do almoço, recebo a ligaço de Patricia, me perguntou se poderia dar carona para eles que ficariam até as sete, respondi que sim, que quando terminasse a reuniao iria buscalos no barracão.
Sai da htpc fui busca-los estavam com outras pessoas no portão entraram no carro, dessa vez Patricia veio a frente, e ja começou com um enterrogatório, me perguntando se era casado, se morava sozinho, respondi a suas indagaçoes e disse a ela que era muito bonita que me chamava a atençao, não sei qual foi a reação de seu marido, pois estava fora de minha visão mas ele disse que gostaria de nos ver juntos.
Na hora mudei meu trajeto, entrei em algumas ruas e me dirigi a um motel proximo do local o mesmo que fui com a diretora da escola.
Entramos, o marido sempre calado e ela, falante parecia nervosa, depois de chegarmos ao quarto fui para o banheiro tomei um ducha, quando voltei Orlando estava sentado em uma cadeira e Patricia apenas de calcinha deitada na cama, Orlando me olhou e disse que queria me ver comendo sua mulher, que deste a primeira vez que me viu queria que eu comece ela e que fez de tudo para ela aceitar.
Só de olhar para Paty, fiquei de pau duro e ela tirou minha cueca e começou a me chupar, engolia somente a cabeça de meu pau fazia isso tao gostoso que em poucos minutos eu estava pronto para gozar, avisei que iria gozar e soltei porra em sua boca, ela quase que engasgou cuspiu um pouco no chão do motel se deitou e abriu as pernas, me oferecendo sua buceta cabeluda olhei para Orlando ele estava se masturbando o pau dele era enorme, muito maior que o meu, chamei ele para participar mas se negou, fiquei com aquela buceta só para mim, comi de papai mamae de frango aassado de quatro, e muitas outras posiçoes, gozei muito e a fiz gozar muito muito tambem, paramos apenas quando a recepçao do motel ligou avisando que o horario estava acabando, tomamos um banho e saimos.
No caminho de volta, Orlando veio contando que Patricia era sua sobrinha que havia se casado com ela depois que os pais dela morreram, e que ele ha nao tinha ereçoes com frequencia que nao dava conta das vontades dela, mas se fosse para ela sair com alguem ele teria que estar junto, o tesao que sentiu olhando eu comer su esposa sobrinha foi muito grande que ficou de pau duro e ainda estava.
Saimos juntos muitas vezes, até a cobradora do onibus paticipou de nossas festas, me afastei deles quando precisei me mudar de Presidente Prudente.

sabado a noite

Ela sempre fazia a mesma rotina, meio dia e dez, estava no portao da escola pegava sua filha abria as portas do carro entrava e ia embora, eu nao tinha a oportunidade de sequer falar oi para ela, mas minha hora estava para chegar.
Ela é loira, olhos verdes clarinhos, unhas sempre bem cortadas, e pintadas revezava, calças jeans e mini saias e sempre camisetas claras, nunca sorria, as vezes estava de oculos escuros, nunca á vi acompanhada com outra pessoa.
Os dias passando e eu tentando algo para me aproximar sem ser invasivo, até que um sabado de atividades na escola, ela estava lá usando uma mini saia, com uma sandalia de salto alto e uma blusinha branca semi transparente onde quase se via os seios fartos explodindo sob o sutien. Fiquei pensando no que fazer e como havia varias atividades com os pais convenci sua filha para leva-la até onde eu estava interagindo com os pais, plano armado e ela caio como uma patinha, apliquei a atividade para ela e mais algumas maes e pais, ao final terminei com um abraço coletivo e fiz questao de ficar bem pertinho dela para sentir seu corpo junto ao meu e safadamente deixei meus dedos escorregarem em seus seios.
Fiquei juntando os material usado na atividade, enquanto ela calçava suas sandalias juntos com outras que se arrumavam para sairem da sala, e irmos todos juntos ao refeitorio para o lanchinho, foi a chance de perguntar o nome, e puxar um papo a mais e tentar encontrar uma brecha para entrar e ficar la dentro.
Ela ja sabia meu nome mas eu nao sabia o dela, perguntei educadamente ela respondeu, sorriu e fomos andando, descemos as escadas e fui em direçao contraria ao refeitorio para guardar o material ao olhar do lado ela estava comigo, entao entrei em minha sala a convidei para conhecer, e aproveitei para abrir meu coraçao, quando queria abrir outra coisa, mas disse que a achava linda que a via no portao todos os dias mas nao via um sorriso sequer e que adoraria fazer ela sorrir, deu certo porque ela começou a sorrir ali mesmo e me perguntou como eu faria ela sorrir, abracei e beijei sua boca, seu copor tremia todo em meus braços, seu corpo ficando quente, mas precisavamos parar a porta estava aberta, muitas pessoas transitanto pela escola e alguem poderia ver.
Saimos de la e fomos ao refeitorio a filha dela a esperando, me sentei e tomamos um refresco juntos, deixei meu cartao com numero do celular e email para ela.
Depois do ultimo pai ir embora, fomos dispensados pela diretora e junto com outros colegas de trabalho, fomos a um buteco proximo a escola para aquela relaxada após o trabalho, meu telefone vibra era uma mensagem dela, perguntando o que faria naquela noite, que estava cheia de ideias para nós, respondi que nao havia nada programado maas que me programaria para ela.
Fui para casa e me arrumei ela me ligou e marcamos o local, era uma praça em um bairro a meio caminho de sua casa, assim que ela chegou eu desci de meu carro e fui ao seu encontro, aquela mulher maquiada era mais linda ainda. Nos abraçamos nos beijamos e fomos para o meu carro e direto para um motel.
Não me lembro como foi o ato de tirar a roupas, mas deixa isso pra la, estavamos na cama, ela de pernas abertas e eu chupandos sua xota com fios loiros, e curtos, seu grelo pequeno e vermelho ora eu chupava ora eu lambia e sentia o sabor de seu gozo em minha lingua, ela gemia como uma gatinha.
Sem demorar muito, me posicionei para entrar dentro dela, ela ficou de quatro pedindo para ser penetrada assim, que gostosa, estava apertadinha, e liza, gostosa, rebolava gostosamente, ia para frente e para traz, se mexia em circulos, realizava loucuras, depois pediu para se sentar em mim para cavalgar, metia com pressao, metia com vontade e gemia feito gata no cio e gozou em mim, nao me segurei e gozei com ela, enchendo sua buceta de porra, mas eu e ela queriamos mais, tomamos um banho gostoso, e partimos para o segundo tempo, jogamos os lençois molhados no chao e continuamos em cima da cama, realizando nossas taras, gozavamos e queriamos mais, alternavamos gozos e banhos, ficamos quase cinco horas no motel gozamos muito, fomos conversar apenas no caminho de volta, como sempre a historia se repetia, se casou o marido traiu, vivem juntos mas nao dividem a mesma cama ele sai com outras e agora ela sai comigo.

A nova coordenadora

Cheguei atrasado a ATPC aquele dia, estava uma quarta feira chuvosa, e preguiçosa entrei na sala todos ja estavam sentados e com seus papeis de assunto em maos, a diretora, falando sobre a recuperação que teriamos que aplicar aos imcompetentes que ficariam durante uma semana na escola enchendo o saco. Notei que havia uma nova mulher na sala, que até entao nunca havia visto pela escola. Logo ela foi apresentada, era a Rose, a nova coordenadora do ensino medio, chegou de transferencia de uma outra UE, iria trabalhar conosco o restante do ano.
Rose nao era uma mulher de chamar a atençao, Baixinha acho que 1, 55m peso proporcional mas haviam duas coisas que me chamava a atençao, a primeira eram seus seios enormes desproporcional ao corpo e sua voz rouca e sex.
Sem -poder deixar passar, fiz piada com sua voz para descontrair, logo ela riu muito e aos poucos nos tornamos amigos naquele dia mesmo, e ela me disse que ja havia ouvido falar muito bem de mim, e ficamos sentados lado a lado durante a ATPC, os dias foram passando e eu tentando descobrir algo que me pudesse fazer tirar alguma vantagem de Rose, e de seus seios fartos e lindos.
Promovemos algumas atividades extracurriculares aos sabados, como passeios de bicicletas, show de calouros, passeios e piquiniques com os alunos, Rose sempre frequentando a todas as atividades mas nunca me dando uma abertura maior, para algo mais sex, passei o ano desejando e cortejando mas sem nengum sucesso, até que chegou o dia da formatura d garotada, do ensino medio.
Organizamos um grande show com os talentos da escola como dança, e musicais, os professores com suas melhores vestimentas e Rose em um pretinho basico realçando seus seios lindos se destacava das outras, fizemos a formatura e ao final precisavamos desmontar toda a extrutura, fomos divididos em turnos, queles que ajudaram a montar, estavam dispensados do desmonte, mesmo tendo ajudado a montar resolvi ficar, pois Rose, ficaria tambem.
Depois de algum tempo tudo estava arrumado e prontos para fecharmos a escola irmos descansar, alguns professores iriam para uma lanchonete rose disse que nao iria, e ficou para traz para fechar a escola, como estavamos no terreo precisariamos subir a secretaria para acionar os alarmes a apagar algumas luzes da quadra espotiva que ficaram acessas. eu subi e ela ficou nas escadas me esperando, estavamos apenas eu e ela no predio, apaguei todas as luzes ficando apenas as luzes das escadas acessas iriamos desligar assim que chegassemos no terreo para sairmos da escola, desci as escadas e ela estava sentada, tirando os sapatos, disse que apertava os pés, nao aguentava mais ficar assim, me propus a uma massagem e ela aceitou, comecei a massagear seus pés ali mesmo, esticando suas pernas e abrindo-as tentando ver sua calcinha mas ela muito sutil colocava as maos na saia para eu nao ver nada, comecei a subir as maos, para a panturrilha e nas coxas, tocando comas pontas dos dedos, arrancando suspiros de Rose.
Enfim consegui subir a saia do vestido deixando os joelhos de fora, consegui beija-los fazendo ela se estremecer, aos poucos com carinhos e persuaçao ja estava coma boca na xota cabeludinha de Rose, ouvindo seus suspiros.
Após alguns momentos ela mesma começou a retirar minha camisa e minha calça se colocou de joelhos e começou a me chupar tambem me engolindo me sugando me fazendo estremecer as pernas. Instintivamente a virei de costas para mim, ficando uns dois degraus mais alta que eu abriu bem as pernas e enfim realizei meu desejo do ano todo, estava dentro de ROse, sentindo cada milimetro de sua xota molhada e quente, me envolvia toltamente ela era quem controlava as açoes agora eu era apenas um objeto, ela segurava em minha cintura e me puxava para dentro de si enquanto rebolava loucamente a exitaçao era tanta que em poucos minutos acabei gozando, nao pude gozar dentro como desejava mas gozei com Rose, terminamos com um gostoso e longo beijo, apagamos as luzes da escola e fomos embora. Agora estou esperando o inicio do ano letivo para novamente ver Rose e quem sabe continuarmos com nosso romance escondido.

Embaixo da cama

Entao vamos la, essa seria a primeira transa do ano, eu ja ancioso ja faziam tres semanas que nao rolava nada, e queria muito comer uma mulher e desejar feliz ano nova a uma vagina.
Essa noite passada, de terça pra quarta fiquei em casa vendo tv e navegando pelo face e vi uma fotoque me chamou a atençao, nao me lembrava da pessoa mas era uma morena linda, comecei a olhar suas fotos haviam fotos de biquine, e meu Deus que linda, seios fartos do jeito que gosto, cintura nao muito grossa e nao muito fina e coxas saborosas, olhando peli chat vi que ela estava on line e chamei pra papear e logo ela respondeu, Elizangela, mora do outro lado da cidade o marido , é gente marido, moça casada, trabalha no Samu estava de serviço e ela estava sozinha em casa os filhos foram para casa da avó essa semana, logo o papo começou a desembestar para putaria, qual o tamanho do seu pau, quero ver seu peito, tira o sutien, tira a calcinha e por ai vai , cabei sugerindo porque nao dar uma real ja que o tesao estava a flor da pele mesmo.
E la fui eu atravessar a cidade sem medo de ser feliz, deixei o carro a uma quadra da casa dela para nao levantar suspeitas e fui andando, falando com ela pelo celular, cheguei ela ja estava na porta me esperando com uma camisolinha transparente mostrando tudo, sem calcinha e sem sutien, abriu o portao para mim, e entrei, só deu tempo de fechar a porta e jogar ela no portao, passei a mao em sua xota e ja estava mais que molhada estava lambuzada, protinha para ser comida, sem muito esforço soquei meu pau la dentro e com ela deitada no sofa com as pernas abertas eu segurando sua cabeça e socando o pau xota a dentro, com uma enorme vontade de gozar, e me segurando para fazer ela gozar tambem, nao mudavamos de posiçao e cada vez ela ficava mais molhada.
Derrepente ouvimos barulho no portao, estava se abrindo ela me empurrou e me puxou para um dos quartos, era o marido chegando em casa, caralho pensei, fudeu. Ela me pediu para ficar embaixo da cama de um dos filhos e foi para o banheiro a tv havia ficado ligada eu nao ouvia o que conversavam, mas ouvi barulho de agua, e notava que luzes se acendiam a apagavem, e derrepente silencio.
Eu embaixo da cama quase pegando no sono, mas nao podia dormir, sentindo caimbras em uma das pernas por ficar muito tempo na mesma posiçao, ate que ela veio me chamar o marido havia saido, veio em casa se limpar porque um paciante havia vomitado em cima dele.
Nessa altura o tesao ja havia acabado o pau nao levantava mais e a vontade havia se esvairido, ela fez uma gulozinha em mim e ficou por isso mesmo, marcamos de nos vermos na quinta feira a tarde em um motel ou na minha casa, com mais calma e sem marido chegando de surpresa.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Stela IV



Por volta das cinco e quarenta da tarde eu estacionei meu carro a algumas quadras da loja de Stela, em uma rua proxima a academia onde ela malhava, e liguei para ela, avidando onde estava naquela momento, faltando cinco minutos para as seis da tarde ela chegou, estacionou seu carro um pouco a frente do meu, e veio para o meu carro, saimos ao nosso destino.
Fomos a um motel na saida da cidade, proximo ao parque de exposiçoes, ela mesma quem escolheu o quarto, queria algo pequeno em suas palavras, vamos usar a cama e o chuveiro.
Ja no quarto ela foi ao chuveiro, eu havia levado alguns bombons, e fui espalhando pela cama, e procurando os controles de luz para deixar a luz bem baixinha, e uma musica legal. Tambem levei algumas flores e havia deixado escondidas no banco traseiro, fui busca-las e as coloquei pelo quarto tambem, deixando bem florido a principio iria apenas entregar as flores mas a oportunidade surgiu sendo assim fiz essa surpresa com flores e bombons.
Ela saio do banho enrolada na toalha, as suas feiçoes ao ver o quarto daquele jeito não ha como explicar, por alguns segundos seus olhos marejaram logo vi que estava no caminho certo. Nos beijamos e comecei a fazer caricias em seu corpo lhe dar carinho no rosto no cabelo, tudo em silencio sem emitir um som sequer, olho no olho e as vezes labios nos labios, estavamos e perfeita sintonia.
Eu estava muito exitado e com as caricias realizadas somente por olhar em sua pele via-se sua exitaçao, seus seios arrepiados, e como somente ela sabe fazer, foi se acomodando em meu corpo de uma maneira em que suas pernas ficassem abertas lateralmente e eu pudesse penetrar na posiçao em que estavamos, e assim fui entrando lentamente, dentro dela, ao mesmo tempo em que a penetrava, eu pegava bombons na cama e colocava em sua boca, em seguida a beijava, só de escrever aqui, eu posso ouvir a musica que tocava nesse exato momento, nao nos importava quantas vezes iriamos gozar, quantas horas iriamos ficar ali, apenas estavamos curtindo aquele momento, podia sentir escorrer fluidos em meu pau, em minhas coxas, nao fizemos muitas posiçoes mirabolantes, nao houve chupetas desconcertantes, o que houve foi algo muito gostoso, a entrega era total de ambas as partes, ela acabou entrando na brincadeira e pegando bombons na cama e colocando em minha boca me beijando me desejando, mudavamos de posição, tao sutilmente, sem nos mexermos muito, queriamos estar assim conectados litralmente um ao outro, nao sei por quantas vezes ela gozou e nao sei dizer quantas vezeseu gozei. Fomos interrompidos por seu celular, que tocava, era o corno ligando, ela me pediu para baixar o volume do som, e ficou conversando com ele.
Essa foi a parte comica, ela falava com ele enquanto eu tocava uma siririca para ela, as vezes ela se contorcia de prazer, outras vezes, fechava as pernas trancando minha mao, mal ela desligou o fone, uma outra chamada, agora era sua mae, combinando de ir a sua casa essa noite, parao jantar, ela disse a mae, que estava na academia e que em meia hora chegaria em casa, sendo assim, nossa noite estaria chegando ao final, mas deu tempo de mais uma uma, ela se colocou de quatro, me ofereceu, sua buça e seu cuzinho ao mesmo tempo, fui primeiro na bucetinha deliciosa, deixei ela bem molhada babando como estava no inicio, de tao molhada quase nao sentia sua xota mais, foi entao que entrei em seu cu, que de inicio ofereceu alguma resistencia, mas aos poucos foi se abrindo e me engolindo me colocando todo para dentro de si. Nos olhavamos pelo espelho e nossas feiçoes era de querer mais e mais, mas sabiamos que estava chegando ao fim nossa aventura, nossa semana de loucuras gostosas.
Fomos para o banho juntos, ela me pediu para nao molhar seu cabelo, mas ficamos nos pegando no chuveiro, nos secamos ela recolheu todos os bombons e as flores, para levar disse que os bombons ficaram em sua sala e as flores em seu quarto. Durante a volta ela se lamentava porque nossa semana estaria acabando por ali o marido ja estava a caminho chegaria na sexta para a hora do almoço, ela teria que ir busca-lo na rodoviaria, e até sua proxima viagem , seria melhor nao nos vermos e eu tambem ficarei sem tempo pois volto a trabalhar na proxima semana, e com meus horarios loucos me sobram somente algumas noites da semana.
A deixei em seu carro e fui para casa, fiz questao de inverter o trajeto para passar em frente de sua casa, e dar tempo dela chegar primeiro que eu, deu tempo de ver sua mae e outras pessoaas que nao conheço no portao da casa mas ela ainda nao havia chego, entrei com meu carro na garagem e sai para ve-la chegar. Fiquei na calçada olhando para ela, parou o carro na rua desceu comprimentou um a um de seus parentes, deu uma olhada discreta para mim, que acabou virando um sorriso lindo e um gostoso grito de " BOA NOITE VIZINHO" ! Agora é esperar o Rodrigo viajar novamente.
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