terça-feira, 5 de maio de 2015

Amiga de meus pais

DIas desses, fui visitar meus pais, passar o final de semana com eles na casa deles, nem me lembrava quando foi a ultima vez que fiz isso. Estavamos curtindo um papo legal quando chegou um casal de amigos orientais, e ja começou o papo sobre doenças, o homem dizendo que estava mal do coraçao que os cateterismo nao haviam adiantado muito ela bem mais nova que ele, nao sei a idade correta mas ele tem a idade de meu pai 63 ela deve ter uns 45, uma japonesa que se cuidam frequenta academia, corpão mesmo, seios firmes, mas pequenos. Ficaram conosco a tarde toda de sabado, sempre me perguntavam das namoradas e eu sempre dizia que nao havia nenhuma e as vezes aconselhava alguns exercicios fisicospara manter a saude em dia. Mas confesso nao tirava os olhos dela, que bunda redondinha.
A certa altura, fiquei sozinho com ele, meu pai foi colocar o carro na garagem e minha mae ficou de papo com ela na sala vendo a novela e eu na area dos fundos limpando a churrasqueira, e ele me foi direto, disse que estava com esse problema cardiaco e que havia afetada a ereçao dele, que nao consegui amais ficar de pau duro e que nao poderia tomar o azul , que ja havia conversado com a esposa dele e ambos concordaram que ela iria procurar um outro homem satisfazer seu apetite sexual. Na hora ano acreditei estar ouvindo aquilo tudo, ja vivi muitas coisas nessa vida em relaçao ao sexo, ja participei de manege de swings, vi lesbicas transando, e varias vezes fiquei com mulheres casadas e até mesmo transei com cadeirante, mas o marido vir me oferecer foi a primeira vez.
Marquei com ele de nos falarmos fora da casa de meus pais, para nao sermos ouvidos, e ficarmos mais a vontade.
No domingo, voltei para minha casa por volta das 16 horas e assim que cheguei la, liguei para sr lucio, e disse que ele poderia vir em minha casa ou irmos a algum lugar, ele disse que ja estava tudo certo, havia uma lan house em uma avenida proxima que poderiamos nos encontrar por ali, só tomei um banho e fui para la, cheguei eles ja me esperavam, ele desceu do carro, me deu as chaves e disse que ela estava me esperando la dentro _ caraca, confesso que tremi.
Entrei e e Edna estava me esperando calada, mas sorrindo foi me acalmando me chamando pelo nome e segurando em minhas maos, mas eu nao estava nervoso e sim ela com as maos geladas. Perguntei se ela ja havia feito isso antes a resposta foi negativa e me disse que o unico homem que conhecera na cama, era o Lucio, que nunca havia pensado em se entregar para outro homem.
Por volta das 17 e 30 estavamos entrando no motel, mais uma nova esperiencia para ela que nunca havia entrando em um, quando entramosno quarto ela parecia uma criança com brinquedo novo, tocando em todos os botoes do controle, testando todas as luzes, me deitei ao lado dela e fui fazendo carinho em seu corpo, por cima da roupa mesmo, sentindo toda a firmeza que ela apresentava, devido aos exercicios fisicos que fazia, as coxas dela durinha, a barriga firme nada saliente, confesso que senti vergonha em tirar a camisa, apesar de ser um professor de ed fisica, minha epoca de barriga de tanquinho ja se foi a uns dez anos.
Quando cheguei minha boca perto do pescoço dela e ouvi um suspiro sem fim, soube que era a hora de atacar
entao beijei a sua boca e ao mesmo tempo ia tirando sua camiseta, bem degarinho para ficar tudo natural, assim que ficou apenas de sutien, beijei seus seios a barriga sarada, a lateral das costas e vendo sua pele se arrepiar, coloquei minhas maos em sua calça e desafivelei o cinto, fui tirando o botao e o fexecler, colocando a mao para sentir sua vagina, que estava umida, fui descendo beijando sua barriga até chegar perto da virilha e ouvia mais suspiros, meu pau nessa hora estava duro feito pedra, se jogasse ele na parede quebrava qualquer reboco. Deixei ela apenas de calcinha e fui tirando a minha roupa, fiquei de cueca para nao assustar a edna, ja que ela só havia visto o do marido o meu poderia deixa-la com medo. Quando tirei sua calcinha, sua xota estava toda molhada, parecia que havia tomado um banho de lubrificante, mas era tudo dela mesmo. Fui de boca ali mesmo, chupando com gosto, ouvindo seus gemidos, que cada vez ficavam mais altose intensos isso me deixava exitado. resolvi deixala mais louca ainda, e fiz um beijo grego nela, a mulher se retorcia na cama e eu nao via a hora de entrar dentro dela. ela me a cabeça pra ficar com a lingua dentro dela e eu obedecia.
ate que ela gozou e ficou meio mole na cama, e eu ainda duro feito pedra, subi em cima dela e sem serimonia sem pedir licença entrei na sua caverna do prazer. a cada estocada que eu dava era um gemido diferente e intenso, nao sei ao certo quanto tempo ficamos naquele papai mamae, mas quando eu gozei saio litros de porra dentro dela, que começou a se lambuzar com ela, pegava porra da xana e passava pelo corpo massagevando sua barriga e pernas, e soltando uns gritinhos agudos e gostosos. Eu ainda batendo continencia, coloquei ela de costas e dei uma picada em seu cu, mas ela nao aguentou nem a metade da cabeça, era um cú virgem entao teria que ter muita calma.
Naquela noite, fizemos apenas isso e nada mais ela nao estava tao preparada assim, voltamos para a lan hoise onde Lucio nos esperava, desci do carro ele apenas perguntou se estava tudo bem eu disse que sim, ele disse que me ligaria novamente eu fui para o meu carro e fui para casa.
No dia seguinte ele me ligou novamente querendo saber se poderiamos sair novamente naquela noite, logicoe que respondi sim, e levei um gel para aquele cú virgem. Mas conto uma outra hora porque ha tantas outras vezes para se contar, essa foi a primeira vez e ja tem um ano e meio que saimos todas as semanas as vezes todos os dias da semana, depende do apetite dela.

ACT ll

Ja falei da Renata e da Carla por aqui, duas professores que trabalhavam comigo a uns anos atras quando sai da faculdade e faziamos festinhas juntos.
Era fim de ano e depois de varias festinhas na casa da Renata, resolvemos ir a um motel, depois de um dia longo de trabalho, a Carla que era casada disse ao marido que iria na casa de uma amiga corrigir algumas provas, eu solteiro e Renata tambem nao p´recisamos inventar nada a ninguem.
Saimos da escola e fomos a um motel do outro lado da cidade, a Carla morrendo de medo de ser vista entrando a Renata toda descontraida e eu na minha ao volante do carro. Ja no quarto, Rezinha pulou na cama e ja foi tirando a roupa ficando de calcinha, Carla parecia que nunca havia entrado em um motel, ficou olhando os detalhes, o banheiro reparou que havia uma banheira e resolveu cair na espuma, fiquei de papo com Renatae logo ja estavamos transando,nem sei como começou, mas a boca dela veio pra cima de meu pau e chupava bem gostoso, ela mordia e cabeça e depois sugava ate a raiz, sabia que eu adorava essa pratica, e gozava rapidinho, e ao mesmo temp que chupava ela brincava com minhas bolas, quando a ruivona saio da banheira eu estava quase gozando com a chupeta da Renata, Carla disse que nao poderia disperdiçar que tambem queria brincar comigo, e enquanto uma chupava a cabeça do pau a outra as bolas e se revesavam quando gozei, elas se lambuzaram com minha porra.
A essa altura ambas estavam molhadas de prazer, sedentas pela minha rola, que ainda permanecia dura e com vontade de fuder . Peguei Carla que estava mudando de posiçao de quatro, aquela buca rosea labios depiladinhos, dei uma chupada por tras e entrtei dentro dela, socava rapido sentia as pelas internas dela se aquecendo e ficando macias, enquanto pegava ela Renata chupav ameu pescoço e acariciava meus braços me deixando arrepiado de tesao. Gozei gostoso dentro da buceta dela, me virei pro lado e dei o pau pra Renata chupar mas quem veio com toda fome foi a Carla novamente, chupou gostou e segurou em pé para a Renata se sentar nele, Renata nunca havia dado o cuzinho pra mim, era um semi virgem, tirando eu ela havia transado apenas um um namorado na faculdade e por algumas vezes eu e Carla eramos os professores sexuais dela, ensinando algumas coisas e inicializando ela em outras, o sexo anal era algo que ela nao havia feito ainda mas aquela tarde seria sua hora. Ela com a buceta toda lambuzadinha sentou e se encaixou em mim perfeitamente meu pau ja estava moldado naquela buceta suculenta ao contrario da Carla, ela deixava os pelos negros crescerem em volta da buceta, as vezes eu brincava dizendo que iria trançar a buceta dela de tao cabeluda que era, depois dela ter se encaixado em mim, Carla começou a me beixar e depois se posicionou de uma maneira que eu deitado pudesse chupar sua buceta uma ruiva na boca e uma morena no pau.
Sentia o liguido quente escorrendo em mim que vinha da buceta de Renata e a viscosidade da buceta da Carla em minha boca, duas insaciaveis mulheres.
Senti que estava bem lubrificado e sai da buceta de Renata apenas encostei em na porta de seu cú, e pedi para ela descer vagarosamente ela foi se ajeitando gemendo nessa altura a Carla que adorava dar o cu para mim e sempre incentivava Renata a fazer estava segurando em suas maos para lhe dar equilibrio e ela descendo, gemendo e dizendo que ardiaque nao estava mais aguentando que eu era muito grosso para ela, e saio de cima de de mim, Carla que estava exitada nao perdeu a oportunidade e tomou a posiçao dela e disse, é assim que se faz, e foi encaixando aquele cuzinho gostoso em meu pau me envolvendo gostoso dentro dela novamente, rebolando e aos poucos descendo até me engoir por completo, deu algumas mexidas e nos encaixamos, ela subia e descia, dizia para Renata, esta vendo é assim que se faz, vc tem que começar para nao doer mais, vai aos poucos e aumentamos o ritmo logo se encaixa por completo. Não pude segurar muito e gozei ja com o pau todo sensivel, dessa vez nao ouve chupeta que o deixasse em pé tao rapido, precisei sair da cama, ir tomar um banho e pegar uma agua no bar, ficamos de papo um tempo até que tocou o celular de Carla, era o mister banana, o marido dela, perguntando quando iria voltar para casa que havia um compromisso para ele logo mais, ela disse que ja estavam terminando as correçoes e logo iria para casa, assim deu tempo para mais uma foda gostosa com chupadas lambidas e gozadas.
Essa foi nossa ultima foda coletiva a Renata pegou remoçao para a cidade dela, nos falamos pelo msn e aora facebook e nunca temos oportunidade de viajar para nos vermos, a Carla ainda mora aqui sempre a vejo com o mister Banana e os filhos no shopping mas como ela nao se aproxima eu tambem nao chego perto, ela tem meu telefone e meu email, mas parece que precisa de uma companheira para agir. E depois delas ja conheci varias e varias mulheres como ja relatei aqui anteriormente.
Mas se alguma professora de Prudente e regiao estiver a fim só me escrever

Celia

Vamos a mais uma historia real:
Esse fato tambem aconteceu no periodo em que morava em Presidente Prudente e lecionava em uma escola na periferia da cidade, as reuniões de pais eram sempre marcadas para o periodo noturno, para que os pais que trabalhavam pudessem participar, eu não ficava especificamente dentro de uma sala de aula mas andando pala escola, conversando com pais e alunos, conhecendo os pais de alguns alunos ou mesmo sem fazer nada mesmo. Foi em um desses passeios pelo corredor que me deparei com Celia.
Mulher branca, 1.170m, imagino que uns 65 kg, cabelos negros longos, unhas bem pintadas, maquiada, parecendo uma modelo, estava comum vestido que se ajustava perfeitamente em seu corpo, nos cruzamos pelo corredor, trocamos olhares logo um de seus filhos que estava atraz dela, veio ao meu encontro me convidou para conhecer sua mae. Um aperto de mao, e um elogio ao filho que realmente era bom aluno e ela tambem me elogiando dizendo que o filho gostava de minhas aulas que sempre comentava sobre mim em casa. Continuei meu caminho e voltei a me cruzar com Celia ja no portao depois de uns vinte minutos indo para casa, mas antes de sair, disse a ela que adoraria me encontrar com ela novamente, em outro local, ela me respondeu que havia uma lanchonete proximo que ela sempre estava por la tomando uma gelada com os amigos. eu disse que a procuraria por la sim.
Dias se passaram, eu indo para casa avistei Celia subindo a rua, estava de shortinho branco e um top amarelo, uma sandalinha sem salto, estava vestida como puta mesmo, parecendo que iria pegar algum cliente corri para alcança-la, quando ela sorriu ao me ver, me sneti feliz, perguntei onde ela estava indo, me respondeu que ia a lanchonete que alguns amigos ja estavam por la, me convidou tambem, mas meus planos eram outros, fui para casa buscar o carro e voltei.
Quando estacionei ela veio me receber, se abaixou na janela do carro me deu um selinho, rapido assim, me levou para dentro me apresentou aos amigos, notei que alguns nao gostaram de minha presença, mas fiquei ali com eles de papo, pensando em como leva-la para outro local, aproveitei que alguns estavam falando sobre outros assuntos e a convidei para darmos uma volta e ela aceitou. Paguei minha conta e a levei ao carro, saimos dali diretamente para o motel.
ja dentro do quarto nos deitamos na cama, começamos a nos pegar, com beijos abraços, ela me dizendo que me desejava, fomos tirando nossas roupas, logo estavamos em um 69, muito louco, eu chupando sua xota e enfiando dedos em seu cu, ela chupando meu pau duro e enfiando a lingua em meu cu tambem, confesso que foi uma situaçao diferente e gostosa, ela me pediu para comer o cu.
Saimos da posiçao do 69, a virei de costas e começei a penetrar seu cuzinho que ja estava melado e largo, nao tive muita dificuldade em entrar completamente, e bombar forte ouvindo o urros de prazer que Celia soltava, logo enchi seu cu de porra, ela me pedindo agora para chupar meu pau ainda melado dei para ela mamar gostoso, depois de ter mamado gostoso, fui para o banheiro e deixei a banheira enchendo depois dela tomar um banho voltamos para cama e a pegaçao recomeçou, com beijos e mais sexo oral, ela me chupando me mamando, nunca ninguem havia me chupado tao gostoso como ela, em algum momento segurei sua cabeça com as maos e joguei um basquete com ela, fazendo se mexer mais rapido até que gozei novamente, alem dela engolir tudo, começou a dizer que era uma delicia que queria mais e recomeçou a me sugar.
Dei um empurrão nela jogando- a de costas na cama e fui para cima dela, entrando dentro dela novamente, fiquei com meu peito pertinho de sua boca o tesao era tanto que ela me mordeu, chegando a sangrar. Isso fez com que o tesão parasse pois a dor era muita, mas ela com carinhos, caricias e chupadinhas safadas foi me fazendo recuperar o tesão.
Fomos para a banheira, me sentei ja de pau duro e ela veio por cima e de costas, nao sabia ao certo se queria levar pau na buceta ou no cu, eu escolhi para ele entrando em seu cu, ja que ela me ocasionou dor eu tambem iria dar um pouco de dor a ela, tambem, puxando ela para baixo com força, ficou rebolando em cima de mim, jogando agua para fora da banheira, molhando todo o chão do banheiro ate que gozei dentro de seu cuzao novamente.
Saimos da banheira eu ja estava exausto, ela pior ainda, tomamos um banho no chuveiro e fui leva-la para casa, e em frente ao portao de sua casa aproveitando a escuridao ela me fez uma outra gulosa. Depois desse dia saimos mais algumas vezes, até eu me transferir para uma outra escola.

Orgias na confraternizaçao

Confragternizaçao de fim de ano, professores e funcionarios da escola reunidos em uma chacara fora da cidade em uma estrada proximo a Alvares Machado cidade vizinha, alguns foram de van, alugada pela direçao outros foram de carro, eram mais de oitenta pessoas, entre funcionarios, professores e coloboradores da escola, sendo esses pais e maes de alunos, logico que Celia foi, era otima cozinheira e durante o ano, ajudou na festa junina e comemoraçoes do dia da crianças.
Almoçamos brincamos de amigo secreto, conversamos e nos despedimos de alguns professores que no ano seguinte iriam para outra unidade escolar, havia uma piscina onde poderiamos nos refrescar, muitos foram embora mas a grande maioria ficou, e usufruia da piscina, assim como eu. Conversavamos sobre tudo e eu olhando para todas as mulheres algumas eram verdadeiros dragões mas outras eram lindas e se escondiam atras de suas roupas do dia dia, com o passar do tempo as pessoas foram saindo ficando apenas eu minha coordenadora pedagogica que era responsavel pelas chaves do local Celia e duas professoras, que estavam totalmente regadas a cerveja e vinho, o papo começou a ficar um pouco mais intimo e quente, as pessoas sabiam de meu relacionamento com Celia pois meu carro era visto sempre na frente de sua casa, mas deviamos nada a ninguem, celia começou a contar algumas coisas que faziamos, na cama, Laila minha coordenadora dizia que não queria escutar nada daquilo que iria ficar com vontade as outras duas professoras apenas riam e riam muito, eu me aproximei de Laila por traz e dentro da agua, segurei em sua cintura e mordi sua orelha bem de leve, ela apenas suspirou e nada disse, assim eu enfiei uma das maos por dentro de sua tanguinha e senti sua pele irritadinha devido a depilaçao feita com gilete e a entradinha de sua xotinha, ela sem reaçao alguma, entao coloquei um dedo na sua xota e alcançei seu clitoris, ela deu um passo para frente e disse para eu parar, que nao iria aguentar assim, deixei ela um pouco de lado e fui para o outro lado da piscina onde estavam Maira uma professora de filosofia e Denise professora de geografia, Celia estava fora da piscina sentada tomando sol seguer olhava para a piscina.
Cheguei perto de Maira, ela era baixinha por volta de 1, 60m mas com seios enormes, disse a ela que iria massagea- la, ela disse que sim, entao começei a massagear seus pez que estavam detro da agua e fui subindo pela panturrilha coxas e ao mesmo tempo abrindo suas pernas, cheguei em suas virilhas, me abaixei um pouco puxei sua calcinha parao lado expondo sua xota que havia apenas um bigodinho de pentelhos, dei uma chupada bem gostosa, ela segurou em minha cabeça e disse que iria jogar basquete comigo, começei a chupar Maira freneticamente, minha intençao era fazer com que ela gozasse para mim, apenas sentia suas maos em minha cabeça apertando contra sua xota, quando derrepente me puxaram para traz e fui solto, eram Celia e Laila, nao falei nada me virei e dei um beijo em Celia, Laila começou a jogar agua dizendo que iria separar então soltei Celia e comecei a beijar Laila, fiquei assim brincando com as duas, derrepente senti munha sunga sendo arrancada era Maira dentro da agua me fazendo uma chupeta subaguatica, ainda faltava Denise entrar na festa, estava olhando de longe sentada a beira da pisicna, mas apenas olhava nao queria particar.
Eu estava ali vivendo algo que jamais imaginaria em meus mais profundos sonhos eroticos jamais imaginaria algo assim, em uma piscina brincando com tres lindas mulheres e uma quarta olhando, Mairia subia para recuperar o folego e voltava para dentro da agua Celia e Laila, com os seios de fora me beijando e eu siriricando ambas com as maos, derrepente Maira saiu de perto e foi buscar Denise que relutou mas se aproximou do grupo, dei um chupada em sua boca e em seus peitos, a vitrei de costas para mim, apoiando suas maos na borda da pisicna e abaixei sua tanga, Maira segurou sua bunda abrindo para mim e penetrei em sua bucentinha que se sentia estar toda melada, Maira beijava Denise na boca, Laila chupava os seios dela, estavamos devorando a moça toda recatada, quando senti que iria gozar, avisei as meninas, eu sabia que Celia era tarada por porra, mas quem veio engolir foi Maira.
Mesmo gozando eu queria mais, Laila estava cheia de tesao tambem, saimos da agua e fomos para um dos quartos da chacara, Laila fico de quatro me oferecendo seu cu, e sua xota depilada, queria comer seu cuzinho tentei entrar mas nao entrava nada, entao fui para sua xota mesmo, que tambem estava melada, quando menos se esperava, Celia entrou no quarto ja estava nua, começou a beijar Laila aumentando minha exitaçao, sai de Laila e entrei em Celia ja acostumada com meu pau em seu cu, enquanto a enrabava Laila se masturbava olhando pela janela Denise e Maira as chamei para entrar, apenas Maira veio, sentou-se na cama, com as pernas abertas pedi para ela ficar em pé, assim comia o cu de Celia e chupava Maira que nao satisfeita, pediu para ser fodida tambem, entao tentendo a seu pedido, sai do cuzinho de Celia e atendi a seu pedido, entrando em sua bucetinha, nao demorou muito para ela explodir em um orgasmo louco, eu sai de dentro dela e gozei na boca de Laila, e dei um pouco do que restou para Celia, ainda procurei por Denise mas nao a vi mais na janela.
Terminamos aquela tarde jogados na agua da piscina, calados hora eu dava uns beijos em Celia, depois em Laila e Maira, combinamos de refazer a festa outras vezes, e fizemos apenas os quatros pois Denise não queria mais participar, a moça era evangelica tinha namorado e se sentiu muito mal participando de nossa orgia, contou para Maira que eu era a segunda transa dela e que nunca se imaginou transando com uma mulher, ficamos com medo dela contar algo na ecola mas nao contou nada, apenas se afastou de nós, Laila e Celia se tornaram grandes amigas,continuei saindo com Maira sozinha por uns meses até que ela arrumou um namoradinho e paramos de sair juntos

Trabalho Novo

Depois de dois anos, trabalhando na mesma escola, fui convidado a me transferir para outra, pela secretária de educaçao da cidade, pois havia acontecido uma troca politica no cargo, sendo assim deixei a escola do bairro onde morava e fui para uma na periferia, era necessario usar meu carro para o transporte ou usar dois busão para chegar, até lá.
Como nao sabia a localizaçao exata, dias antes do inicio do ano letivo, fui conhecer o novo local do trabalho, sai de casa me lembro que era uma terça feira por volta das oito e meia da manha, para quem conhece o Presidente Prudente ou o oeste paulista, sabe que aqui o calor é intenso, no mes de janeiro e que nesse horario o sol ja queimava bem a pele ja estava por volta dos 28 graus, muito quente mesmo.
Depois de andar pelo bairro perguntado onde era a escola enfim a encontrei, nada parecida com o meu antigo local de trabalho, um local feio como era o bairro, a escola ficava em uma rua de terra, cheia de buracos e cercada por barracos de madeira e muita gente feia.
Entrei pela porta principal nao havia indentificação alguma, andei por um corredor e cheguei a frente de uma sala, onde havia uma mulher sentada, mexendo em um pc, ela era uma gordinha jeitosa, via-se que malhava,era gordinha mas com o corpo modelado, de um sorriso lindo e a voz macia, me apresentei como o novo professor de educaçao fisica do colegio, ela me disse que era a secretaria, sendo assim lhe entreguei os documentos da outra escola, sempre sorrindo ela me disse que iria me apresentar a direçao da escola.
Descemos por algumas escadas, chegamos ao patio da escola e depois a quadra esportiva ao longe notei que havia algo chamativo uma toalha e alguem parecendo estar na praia, , nos aproximamos e havia uma mulher ao sol, deitada em uma toalha, de oculos escuros cabelos presos de bruços e com um micro biquine, que bunda era aquela, que corpo bem malhado, logo que nos aproximamos ela se virou, sem mesmo usar toalhas ficou em pé, nao havia como disfarçar olhei para todos os poros de seu corpo, e logo me veio uma ereção, com certeza notada por ela e pela secretaria que se chamava Giovana.
Fui apresentado por Giovana, a diretora Sueli disse que a me conhecia pela fama, que minha antiga diretora me elogiava muito nas reunioes de diretores, e que agora seria a vez dela usar minhas ideias, de biquine mesmo me levou até a sala onde guardavam o material para aula de educaçao fisica,chegamos a porta e ela se lembrou que não havia como entrarmos estava sem as chaves, Giovana subiu para buscar e fiquei perguntando sobre a escola sobre o bairro ela me disse que os alunos eram tranquilos os pais tambem, que a escola era bem vista no bairro que mesmo os malandros respeitavam, que poderia deixar meu carro aberto o dia todo que nunca mexeriam e até mesmo viram avisar que estava aberto e realmente isso me aconteceu meses depois, a frente da escola era aberta mas os fundos todo murado, interroguei sobre o banho de sol, dela, ela disse que era um pratica corriqueira nas ferias, durante o ano letivo nao e que outros funcionarios tambem faziam isso, assim que Giovana chegou com as chaves, entramos, ela me disse para olhar e fazer um levantamento do que precisaria para o ano letivo e levar a sala dela, ou então fazer em casa e entregar nos dias seguintes, como nao estava fazendo nada em casa, resolvi ficar e terminar naquele dia mesmo.
Depois de alguns minutos terminei e voltei a sala de Giovana, mas ela nao estava, ouvia vozes e fui seguindo o som, até poder ouvir as vozes com clareza e logico, falavam de mim. Giovana dizia que eu era bonito e Sueli dizendo que ficaria comigo facil, ja sabia que eu era solteiro, porque a minha antiga diretora havia falado, Giovana falou de minha ereção quando vi o corpo de Sueli e ela disse que tambem notou, e ficou sem nada para me provocar, então eu resolvi provocar, ficando exitado e acomodando meu pau de um jeito aparecesse o volume em meu shorts, dei uns passos mais fortes para elas ouvirem eu me aproximando, entrei e estendi o papel as maos de Sueli que agora estava vestida como diretora, Giovana estava sentada, de frente a ela, e propositalmente encostei meu pau em seu ombro ao esticar a mão com o papel para Sueli, e notei que ela deu uma olhada para baixo para olhar tambem, após entregar me afastei disse que voltaria no dia da apresentação dos alunos e sai da sala, fiquei a uma distância que poderia ouvir a conversa delas como da outra vez, e ouvi Giovana dizendo que sentiu meu pau duro em suas costas e Sueli dizendo que notou o volume de minha mala, e que era bem grande, e Giovana disse, tambem é um negão.
Segunda semana de aulas, iriamos a uma excursao com alguns alunos a cidade das crianças, Sueli iria conosco, chegando ao local demos uma volta pelo parque indo ao zoo, mas a excursão era mesmo para o planetario, esperei que todos entrassem, e segui Sueli pra me sentar ao seu lado. Me sentei e aproveitando a escuridao e a posição que nos encontravamos quase deitados, e comecei a usar minhas maos, primeiro tocando em seu braço e suas maos, logo depois descendo as maos para sua barriga, erguendo sua blusa a acariciando sua barriga, em seguida ela veio com suas maos em meu pau duro, colocou as maos por dentro do meu shorts e só dizia que estava quente.
Entrei com minhas maos dentro de sua calça até sentir sua xotinha quentinha e depilada ja molhada de tesão, mas ali era muito perigoso para continuarmos nossa brincadeira, sai da sala de projeção e fui para o banheiro, ao sair do banheiro vi Sueli saindo do banheiro feminino, fiz sinal a ela para para vir a onde eu estava ela se recusou e desceu para a sala de projeção.
Dias se passaram de nossa brincadeira, não ouve sequer uma palavra de sua parte, até uma quinta feira em que todos fomos a casa de uma professora para comemorarmos o aniversario dela, ficamos conversando nessa escola eu ja nao era o unico homem haviam outros tres professores, ficamos ali de papo olhando as mulheres, eles ja estavam a alguns anos, na escola conheciam todas da escola e me contando quem era quem, as vulneráveis as serias, as faiscas, logico que nao contei nada sobre a diretora, mas eles me contaram que ela era jogo duro, se vestia como mocinha dava mole mas na hora do tal corria, contei apenas que a vi de biquine na escola, eles dizeram que tambem ja haviam visto na epoca do recesso, e que um professor chamado Claudio, fez fotos dela de biquine e publicou no orkut, ela fez um barraco danado e o cara foi transferido para outra escola. Mas o papo foi mudando de rumo, ela se despediu e saiu, eu ja estava com sono tambem na sexta iniciaria minhas aulas as sete da manha, depois de uns dez minutos que ela saiu eu tambem, sai, estava indo para casa e avistei o carro dela parado em um posto de gasolina na bomba, sem ter certeza se realmente era ela eu me aproximei e parei ao lado, o vidro baixo apenas confirmei ser ela, e entao mandeio convite, para terminarmos o que começamos no planetario.
Ela me pediu para segui-la, fui atraz até chegarmos em um motel proximo ao aeroporto, entramos com os dois carros, no quarto ela se pediu ficando apenas de sutien e calcinha, um conjunto de rendas brancas muito lindos, constratando com sua pele linda, queimada, de sol, foi me despindo tirou minha camisa e meu shorts, minha cueca e caiu de boca em mim, disse que estava com vontade deste o dia que viu minha ereçao na escola, me chupou até eu gozar em sua boca, engolindo tudinho, se deitou na cama, que corpo malhadinho e gostoso, seios firmes, pernas grossas era tudo na medida certa, sem pedir licença cai de boca em sua xotinha depilada, devolvendo o prazer que recebi antes, quanto mais chupava mais queria mais ela me pedia, assim que gozou, eu coloquei meu pau na porta de sua xaninha e ouvia seus gemidos, queria entrar aos poucos mas logo na primeira estocada, ela me puxou e entao entrou todo meu pau dentro dela, começei a deslizar rapidamente entrando e saindo com muita velocidade e vontade sentia a cabeça de meu pau ferver e a xota de Sueli ficando enxarcada, sentia que pingava liguidos, isso me deixava mais exitado ela ja havia gozado em minha boca e no meu pau e nao segurei por mais tempo gozando muito.
Queria mais, mas ela se negou, precisava ir pra casa entao um detalhe que eu não sabia, ela era casada e o marido poderia ligar, me disse que se eu quizesse mais, nao era para falar nada a ninguem, que se eu fosse discreto teria mais, mas isso seria dentro dos limites dela e nao dos meus. E assim eu fiz, apenas quando ela me requisitava eu aparecia, foram muitas rapidinhas em minha sala na escola, muitas horas de almoço trancados em quartos de moteis

O casal do busão

Me lembro de sair da oficina mecanica puto da vida, iria ficar no minimo, duas semanas sem meu carro, devido a um problema no hidraulico, já pensando em como faria para ir ao trabalho, naqueles dias. Bem no primeiro dia, peguei um moto taxi, mas teria que desenbolsar cinco reais todos os dias e isso era mais que gastaria indo de onibus, então me informei na escola com outros profs, os intenerarios e horarios de onibus para a escola e descobri que de frente ao prudenshooping passaria um onibus as seis e trinta da manha e que pararia duas quadras acima, da escola as seis e quarenta e cinco, tempo suficiente para chegar na primeira aula sem atrasos.
Tambem havia a opçao de carona, com outros profs, mas todos estavam com os carros cheios, e não era sempre que eu entrava as sete, alguns dias da semana entrava as dez. Então resolvi, ir de onibus mesmo, primeiro dia, cheguei ao ponto de onibus mal humorado, embora fosse um dia comum, sem chuvas, sem frio e com sol, seria um dia lindo no ponto de onibus estavamos eu, um casal fora do comum, ele um senhor negro, por volta dos setenta anos e ela uma jovem morena clara por volta dos vinte e cinco no maximo trinta anos. Subiram no mesmo onibus que eu, estava quase vazio, poucas pessoas, me sentei nos fundos e o casal que parecia conhecer a cobradora se sentaram proximo dela e foram conversando o trajeto todo. Cheguei ao meu ponto e desci, o casal continuou dentro do onibus e o senhor ficou me olhando, me assustei pois nunca havia sido olhado por um homem daquele jeito.
Dias se seguiram e era a mesma rotina, trocavamos olhares no ponto de onibus eu me sentava nos fundos e eles proximo a cobradora que alternavam os dias da semana, no inicio da segunda semana, me arrisquei em um bom dia, ao qual fui respondido alegremente por ambos, e logo emendaram, um papo comigo se apresentaram ele se chamava Orlando e ela Patricia, trabalhavam em um barracão de costura ela costurando e ele, como motorista, desciam sempre no ponto final que era o proximo ponto depois do meu, falei que era professor, eles disseram que me conheciam, que alguns filhos das outras costureiras que moravam no bairro falavam bem de mim, pelo bairro e que ja era famoso, expliquei o porque estava usando o onibus e ofereci carona a eles depois que o carro ficasse pronto. Os olhares de Patricia me incomodava mas os de Orlando eram piores, e eu nunca tive relaçoes homossexuais e no seria com ele que iria começar a ter.
Meu carro ficou pronto antes de terminar a segunda semana, entao comecei a passar pelo shopping e oferecer carona ao casal, foram dois dias seguido e veio o fim de semana. Segunda feira novamente passei pelo ponto de onibus e os peguei, Orlando estava um pouco mais falante havia algo estranho, parecia querer dizer algo, comentei que segunda feira sempre ficava até as sete na escola, pois havia reunioes de htpc, Patricia disse que saiam por volta das seis e meia e alguns dias ficavam até as sete, mas nao era sempre, deixei meu telefone com eles, disse que poderiam ligar quando quizessem, para uma carona, deixei eles na porta do barracao onde trabalhavam e fui para a escola.
No mesmo dia na hora do almoço, recebo a ligaço de Patricia, me perguntou se poderia dar carona para eles que ficariam até as sete, respondi que sim, que quando terminasse a reuniao iria buscalos no barracão.
Sai da htpc fui busca-los estavam com outras pessoas no portão entraram no carro, dessa vez Patricia veio a frente, e ja começou com um enterrogatório, me perguntando se era casado, se morava sozinho, respondi a suas indagaçoes e disse a ela que era muito bonita que me chamava a atençao, não sei qual foi a reação de seu marido, pois estava fora de minha visão mas ele disse que gostaria de nos ver juntos.
Na hora mudei meu trajeto, entrei em algumas ruas e me dirigi a um motel proximo do local o mesmo que fui com a diretora da escola.
Entramos, o marido sempre calado e ela, falante parecia nervosa, depois de chegarmos ao quarto fui para o banheiro tomei um ducha, quando voltei Orlando estava sentado em uma cadeira e Patricia apenas de calcinha deitada na cama, Orlando me olhou e disse que queria me ver comendo sua mulher, que deste a primeira vez que me viu queria que eu comece ela e que fez de tudo para ela aceitar.
Só de olhar para Paty, fiquei de pau duro e ela tirou minha cueca e começou a me chupar, engolia somente a cabeça de meu pau fazia isso tao gostoso que em poucos minutos eu estava pronto para gozar, avisei que iria gozar e soltei porra em sua boca, ela quase que engasgou cuspiu um pouco no chão do motel se deitou e abriu as pernas, me oferecendo sua buceta cabeluda olhei para Orlando ele estava se masturbando o pau dele era enorme, muito maior que o meu, chamei ele para participar mas se negou, fiquei com aquela buceta só para mim, comi de papai mamae de frango aassado de quatro, e muitas outras posiçoes, gozei muito e a fiz gozar muito muito tambem, paramos apenas quando a recepçao do motel ligou avisando que o horario estava acabando, tomamos um banho e saimos.
No caminho de volta, Orlando veio contando que Patricia era sua sobrinha que havia se casado com ela depois que os pais dela morreram, e que ele ha nao tinha ereçoes com frequencia que nao dava conta das vontades dela, mas se fosse para ela sair com alguem ele teria que estar junto, o tesao que sentiu olhando eu comer su esposa sobrinha foi muito grande que ficou de pau duro e ainda estava.
Saimos juntos muitas vezes, até a cobradora do onibus paticipou de nossas festas, me afastei deles quando precisei me mudar de Presidente Prudente.

sabado a noite

Ela sempre fazia a mesma rotina, meio dia e dez, estava no portao da escola pegava sua filha abria as portas do carro entrava e ia embora, eu nao tinha a oportunidade de sequer falar oi para ela, mas minha hora estava para chegar.
Ela é loira, olhos verdes clarinhos, unhas sempre bem cortadas, e pintadas revezava, calças jeans e mini saias e sempre camisetas claras, nunca sorria, as vezes estava de oculos escuros, nunca á vi acompanhada com outra pessoa.
Os dias passando e eu tentando algo para me aproximar sem ser invasivo, até que um sabado de atividades na escola, ela estava lá usando uma mini saia, com uma sandalia de salto alto e uma blusinha branca semi transparente onde quase se via os seios fartos explodindo sob o sutien. Fiquei pensando no que fazer e como havia varias atividades com os pais convenci sua filha para leva-la até onde eu estava interagindo com os pais, plano armado e ela caio como uma patinha, apliquei a atividade para ela e mais algumas maes e pais, ao final terminei com um abraço coletivo e fiz questao de ficar bem pertinho dela para sentir seu corpo junto ao meu e safadamente deixei meus dedos escorregarem em seus seios.
Fiquei juntando os material usado na atividade, enquanto ela calçava suas sandalias juntos com outras que se arrumavam para sairem da sala, e irmos todos juntos ao refeitorio para o lanchinho, foi a chance de perguntar o nome, e puxar um papo a mais e tentar encontrar uma brecha para entrar e ficar la dentro.
Ela ja sabia meu nome mas eu nao sabia o dela, perguntei educadamente ela respondeu, sorriu e fomos andando, descemos as escadas e fui em direçao contraria ao refeitorio para guardar o material ao olhar do lado ela estava comigo, entao entrei em minha sala a convidei para conhecer, e aproveitei para abrir meu coraçao, quando queria abrir outra coisa, mas disse que a achava linda que a via no portao todos os dias mas nao via um sorriso sequer e que adoraria fazer ela sorrir, deu certo porque ela começou a sorrir ali mesmo e me perguntou como eu faria ela sorrir, abracei e beijei sua boca, seu copor tremia todo em meus braços, seu corpo ficando quente, mas precisavamos parar a porta estava aberta, muitas pessoas transitanto pela escola e alguem poderia ver.
Saimos de la e fomos ao refeitorio a filha dela a esperando, me sentei e tomamos um refresco juntos, deixei meu cartao com numero do celular e email para ela.
Depois do ultimo pai ir embora, fomos dispensados pela diretora e junto com outros colegas de trabalho, fomos a um buteco proximo a escola para aquela relaxada após o trabalho, meu telefone vibra era uma mensagem dela, perguntando o que faria naquela noite, que estava cheia de ideias para nós, respondi que nao havia nada programado maas que me programaria para ela.
Fui para casa e me arrumei ela me ligou e marcamos o local, era uma praça em um bairro a meio caminho de sua casa, assim que ela chegou eu desci de meu carro e fui ao seu encontro, aquela mulher maquiada era mais linda ainda. Nos abraçamos nos beijamos e fomos para o meu carro e direto para um motel.
Não me lembro como foi o ato de tirar a roupas, mas deixa isso pra la, estavamos na cama, ela de pernas abertas e eu chupandos sua xota com fios loiros, e curtos, seu grelo pequeno e vermelho ora eu chupava ora eu lambia e sentia o sabor de seu gozo em minha lingua, ela gemia como uma gatinha.
Sem demorar muito, me posicionei para entrar dentro dela, ela ficou de quatro pedindo para ser penetrada assim, que gostosa, estava apertadinha, e liza, gostosa, rebolava gostosamente, ia para frente e para traz, se mexia em circulos, realizava loucuras, depois pediu para se sentar em mim para cavalgar, metia com pressao, metia com vontade e gemia feito gata no cio e gozou em mim, nao me segurei e gozei com ela, enchendo sua buceta de porra, mas eu e ela queriamos mais, tomamos um banho gostoso, e partimos para o segundo tempo, jogamos os lençois molhados no chao e continuamos em cima da cama, realizando nossas taras, gozavamos e queriamos mais, alternavamos gozos e banhos, ficamos quase cinco horas no motel gozamos muito, fomos conversar apenas no caminho de volta, como sempre a historia se repetia, se casou o marido traiu, vivem juntos mas nao dividem a mesma cama ele sai com outras e agora ela sai comigo.